Exclusivo: TV FOCO entrevista o ator Bernardo Velasco

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Bernardo Velasco tem 27 anos e segue a carreira de modelo e ator. Bernardo participou da 19ª temporada de “Malhação”, interpretando o Nando em 2011 e 2012. Como modelo, ele já posou para diversas revistas, entre elas a famosa “The Boy”. Em sua carreira há vários pontos positivos, um dos pontos foi a ótima atuação na novela teen, recentemente o ator sofreu um sequestro-relâmpago, abalado não quis contar sobre o ocorrido.

936full-bernardo-velasco01. Quando e como começou a sua carreira artística?

Comecei a trabalhar como modelo em outubro de 2008, depois da participação em um quadro do programa da Ana Maria Braga. Algumas agências, logo em seguida, me ligaram para eu começar a trabalhar como modelo. Resolvi tentar e foi assim que tudo começou.

02. Como foi a transição na sua carreira de modelo para ator?

Algumas pessoas que eu conhecia, quando comecei a trabalhar como modelo, diziam que eu tinha cara de galã de TV. Não acreditei muito no início, mas houve insistência. E em 2010, depois de passar alguns meses no México, resolvi começar a estudar arte e fiquei totalmente envolvido com a arte da interpretação, que requer muita dedicação e estudos constantes. Diferentemente do que pensam alguns, que basta ser bonito. Aliás, ser ator está muito além da aparência do artista, e ao perceber o quanto esse universo é rico, resolvi tentar artes dramáticas, abdicando da profissão de modelo, que, embora seja mais rentável, não me completa tanto quanto como quando estou interpretando, embora eu ainda faça modelagem de vez em quando e valorize muito a profissão de modelo.

03. Bernardo, conte como você integrou o elenco da novela? Quem fez o convite para você atuar na trama?

Na verdade, não foi um convite. Eu, como a maioria dos outros atores, precisei fazer teste para o papel e essa oportunidade eu só tive depois de fazer a Oficina de Atores da Globo. Tomei gosto pela arte de atuar, tanto que tenho me empenhado bastante nos estudos, com o objetivo de voltar o quanto antes. Tenho feito testes para algumas produções (não posso dizer quais), ou seja, nada vem para a vida da gente se não corremos atrás. É uma luta constante, a vida do artista.

04. Você teve muitas dificuldades parar encarar esse novo desafio como Nando, da Malhação?

No inicio sempre é difícil. Primeiro trabalho dá aquele nervosismo. Mas foi maravilhoso e, no final, eu já estava me soltando mais.

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05. Como era o seu relacionamento com o elenco da “Malhação”?

Foi maravilhoso e sinto muita falta dos amigos que fiz em Malhação, principalmente da rotina de gravações. Tanto que estou ensaiando uma peça com Lucas Cordeiro, com quem trabalhei em Malhação. Só tenho pontos positivos para destacar.

06. Após e durante sua participação em “Malhação”, o assédio aumentou?

Não reparei! (risos), Acho que aumentou um pouquinho sim.

07. A sua Família apoia a sua decisão de seguir o caminho artístico?

Graças a Deus, apoia bastante. Tive a sorte de nascer em uma família que me dá todo o apoio necessário, toda a força, para que eu siga e concretize meus sonhos.

08. Quais seus próximos projetos na Televisão ou em outros meios?

Estou num momento teatro! Claro que quero muito fazer TV de novo e, se pintar algo, eu vou fazer. Mas já no ano passado, quando acabou a malhação, eu ensaiei uma peça que acabou por não acontecer. Mas agora, já estou ensaiando outra, e esta tem estreia prevista pra final de março.

Em Janeiro, O TV Foco publicou uma matéria informando o vazamento de um vídeo íntimo do ator: “O ator Bernardo Velasco foi mais uma vítima de ter seu corpo exposto na internet. Durante um vídeo feito pela web-cam, o ator aparece primeiramente sem camisa, após um tempo ele aparece nu e começa a se masturbar na frente da câmera.Bernardo fez o papel de Nando na última temporada de ‘Malhação’.”

Deixe um recado aos leitores e aos seus fãs.

Quero agradecer a oportunidade da entrevista, e sobre o vídeo que constantemente é publicado na internet, mesmo após ser deletado, o que posso dizer é que se trata de material criminoso, não autorizado. Estamos, por enquanto, recolhendo provas, procurando a origem de tudo para repassar com detalhes as informações à delegacia de crimes virtuais no Rio de Janeiro. Mas me entristece e surpreende saber que algo criminoso tenha o aval de alguns blogs, sites e “twitteiros”, que insistem na divulgação de um material que sabem ser criminoso.     Mas tenho fé que a polícia encontrará quem começou tudo isso. Ao mesmo tempo, quem foi comunicado e continua a postar, claro, também será notificado por danos morais.

Obrigado Bernardo, pela entrevista ao TV Foco, desejamos sucesso à sua carreira e aos seus novos projetos.

Entrevista e Edição por Eduardo de Moura

Exclusivo : “Vender água de coco foi uma experiência enriquecedora” diz Narjara Turetta ao TV Foco

Narjara Turetta é um dos nomes mais famosos da TV Brasileira, ela se destacou na década de 80, onde fez parte de vários sucessos da Rede Globo, como Baila Comigo e Amor Com Amor Se Paga. Aos 3 anos de idade, já aparecia em comerciais, e aos 13, dividia as cenas com Regina Duarte, na minissérie Malu Mulher, sucesso de 1979. Sua vida foi marcada por muitas reviravoltas. Narjara teve um começo de sucesso, e depois enfrentou uma crise na carreira. Nos anos 90, os trabalhos diminuíram, e na década seguinte, ela passa pelo momento mais difícil da carreira, onde precisou vender água de coco nas ruas de Copacabana para se sustentar.

O COMEÇO

 “Fiz mini juri do Silvio Santos,  e do Raul Gil, fiz o Programa Essa Gente Inocente e aos 9 anos protagonizei uma novela chamada Papai Coração ao lado da família Goulart, aonde fui escolhida através de testes na TV Tupi-SP!”

TF – Depois de receber o Troféu APCA de Revelação de 1979, você chegou a estrelar 6 novelas de grande sucesso só na década de 80, você fez um sucesso enorme naquela época, dá pra dizer que esse foi o momento mais feliz da carreira, até aqui?

NT – Não “estrelei”, apenas participei de boas novelas! (risos) E foi muito legal, porque tive a honra de atuar com grandes atores que não estão mais conosco, como Iara Amaral, Mario Lago, Milton Moraes, Adriano Reis, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros.

TF – Na década de 90, os trabalhos foram diminuindo, é ai que você começa a pedir emprego na TV. Você já afirmou diversas vezes que nunca teve vergonha de pedir papel na televisão. As pessoas, de alguma forma já te julgaram por essa atitude? 

NT – Acho que não! Tem que perguntar pra elas! (risos) Mas sinceramente não me importa muito o que os outros pensam!

PASSAGEM PELA RECORD

“O contrato com a Record era só por obra, o Atílio Riccó me chamou e falou que provavelmente eu seria chamada para assinar um contrato longo, eu, o Sérgio Brito  e  a Laura Cardoso. MAS o bispo Edir Macedo estava muito irritado com o baixos índices de audiência da novela  e do MUITO dinheiro gasto nas duas produções! Depois disso ele diminuiu o orçamento drasticamente e  a 3ª novela foi feita com uma grana mínima  e logo depois disso, o núcleo de teledramaturgia da Record FECHOU!”

VENDENDO AGUA DE COCO

“Naquela época, esse carrinho de vender água de coco na rua era uma novidade, que eu conheci através de uma amiga. Eu sequer tinha dinheiro para comprar um. Mas pedi no site da empresa e eles me cederam. Então eu e minha mãe fomos para as ruas. Foram oito anos sobrevivendo desta maneira.”

TF – Em 2002, vender água de coco nas ruas foi a maneira de se sustentar fora da TV. Como é que foi essa experiência?

NT – Foi enriquecedora, pois pude conviver com o ser humano MUITO de perto e ver que nem todos são bacanas, tem muito ser humano que NÃO deveria ser chamado assim! Foi bem enriquecedora, pois me fortaleceu e me preparou para enfrentar qualquer coisa na vida!

TF – Muitos atores, quando caem no “anonimato” entram em depressão. Isso chegou a acontecer com você?

NT – Leve depressão com certeza, mas profunda, nunca! Minha mãe  e minha fé em Deus não me deixaram ir ao fundo do poço!

TF –  Qual era  a reação das pessoas que te reconheciam nas ruas?

NT – De espanto, de admiração por eu estar ali vendendo água de coco, ao invés de estar na TV! Muitos pensavam que era pegadinha! Mas fiz bons amigos ali! E tive  a visita de muitos fãs que vinham de longe só para me ver e tirar uma foto, mas sempre tomavam uma água de coco!

TF – Quando você foi no programa da Sônia Abrãao, mostrar a situação difícil pela qual estava passando,  imaginava que aquilo fosse ter tanto repercussão?

NT – Não!Na realidade eu esperava mesmo conseguir voltar á TV, o que não aconteceu! (risos) Só promessas e algumas decepções!

TF – Vocêr tem medo de cair no “esquecimento” de novo? 

NT –  De jeito nenhum! A vida é assim e pelo meu público eu NUNCA fui esquecida, pois mesmo quando eu estava fora da TV, SEMPRE fui reconhecida e pelo meu nome, o que é legal, não pelo nome de um personagem!

HOJE

TF – Hoje, você interpreta Buque, em Salve Jorge, a novela ainda esta no começo, conte um pouco sobre sua personagem.

NT – Não sei muita coisa sobre ela! É solteira, mas quer casar, Turca, independente  e de vanguarda, pois trabalha no Grand Bazaar coisa que poucas mulheres turcas fazem!

TF – Eu li que você está escrevendo sua biografia. Tem previsão de quando ela vai estar nas bancas?

NT – Acho que não vai para as bancas! por enquanto nem editora eu tenho ainda. Estou escrevendo!

 TF - Pelo que podemos acompanhar, Salve Jorge estaria sofrendo algum tipo de preconceito por parte dos evangélicos, a novela não foi muito bem aceita nesse meio, qual seu posicionamento em relação a isso?

NT – Acho isso irrelevante! Cada um sabe o que quer assistir em sua casa, por isso temos o controle remoto, né?

TV – Salve Jorge ainda não conseguiu bater a meta de 40 pontos no consolidado. Você é daquelas que fica sempre de olho nos números?

NT – De jeito nenhum, quem tem que se preocupar é a Globo, não eu! (risos)

TF – Tem algum projeto em vista pra depois da novela? Cinema e teatro estão nos seus planos?

NT – Fiz um média metragem chamado de 9 a 90  e deve ser lançado em breve! Por enquanto é só isso.

TF – A política ainda faz parte da sua vida? Você chegou a se candidatar em 2004, não foi?

NT – Aquilo foi porque o deputado Otavio Leite, meu amigo de longa data pediu que eu me candidatasse por causa do quorum de mulheres que era preciso, mas sabia que não ia chegar lá! Política sempre faz parte da nossa vida, né? Faço questão de votar!!

 TF - Você passou por altos e baixos.  Descreva  o que  vida lhe ensinou em 40 anos de carreira.

NT – Ter humildade, LER muito, se informar e aprender que TUDO passa! E aproveitar ao máximo o que essa profissão nos oferece, mas sem excessos, com sabedoria  e parcimônia!

JOGO RÁPIDO

Trabalho – Muito bom

TV – Sempre Ligada

Fãs – Um amor incondicional

Vergonha é – Fingir ser o que não é

Globo – Minha casa

Sonia Abraao  - Uma GRANDE  e generosa amiga

Família – Minha mãe

Uma novela – Amor Com Amor Se Paga

Um Livro – O retrato de Dorian Gray

Alguém que admiro muito – Gloria Pires

Deus – TUDO

Quem é Narjara Turetta – Uma pessoa divertida, de bem com a vida e muito feliz!

Uma frase pra fechar a entrevista: “Há mais coisas entre o céu e a terra do que possa supor nossa vã filosofia” (Shakeaspeare)

 

 

 

 

 

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NOVIDADE!

Entrevista com “MAÍRA CHARKEN”

TV Foco: O humor brasileiro está em constante “mutação”. Esse formato de stand-up parece ter vindo para ficar e com ele surgem novas polêmicas, como, por exemplo, as piadas “pesadas”. Para você, Maíra, humor deve ter limites ou vale tudo por uma piada?

MAÍRA CHARKEN: Digamos que o humor tenha um limite sim. Quem o determina? Qual o estatuto? Prefiro viver numa sociedade onde a piada seja vista como piada, apenas isso. Que o limite seja estabelecido por quem faz a piada apenas e que, da mesma forma que a fez, saiba sofrer com as consequências. Piada vista como pesada é igual figurino da Lady Gaga: tem que ter personalidade e culhão pra saber usar! E, em minha opinião, não existe piada tão pesada assim que não mereça uma risada.

TF: O meio artístico gira, em grande escala, em torno da aparência. Você é uma mulher linda, mas, ainda assim, nunca caiu no estereótipo de “apenas um rostinho bonito”. Esse caminho “mais fácil” nunca te seduziu, Maíra?

MC: Existe um caminho mais fácil?? Onde? Cadê?

TF:  O stand-up, a princípio, era um nicho de humor dominado pelos homens. Como é ser mulher num meio essencialmente masculino? Há diferença? E, aproveitando o gancho, uma mulher pode contar as mesmas piadas que um homem?

MC: Ah, qual a graça de fazer as mesmas piadas que eles? Se eles “zoam” a gente, vamos zoá-los também, oras! E acredito que existe sim esse preconceito, principalmente vindo da plateia. É algo involuntário, mas a presença feminina no humor causa aquele estranhamento inicial, principalmente se ela for uma comediante bonita. Mas depois dos primeiros minutos, o público já relaxa e fica no ponto pra curtir o show.

TF: Já sabemos tudo que a Maíra faz. Mas quem ela assiste, lê, admira? Quais são suas referências artísticas?

MC: Gente amada, nossa… Tantas coisas… Não conheço alguém mais eclética que eu. Leio desde Julio Cortazar a Diário de Bridget Jones, assisto Buster Keaton, Chaplin e Avenida Brasil. Sou fãzaça do Saturday Night Live, Pânico e CQC! Aquele humor dos quadrinhos do Angeli também são geniais. Woody Allen sou sua fã! Cresci vendo Monty Python, lendo Henfil e assistindo Meu Querido Pônei. Não perco Modern Family por nada, não perdia Married With Children e comprei o box de Sex and the City. Enfim, uma mistureba só!

TF: Você já atuou como atriz, cantora, dançarina, humorista… Ufa! É possível escolher qual destas é a sua principal faceta?

MC: Olha, ainda não descobri isso e to longe de. Mas posso dizer que cada fase, uma faceta.

TF: Sua trajetória até aqui tem sido de crescimento e evolução. Qual das etapas foi a mais difícil até aqui?

MC: Certamente o desemprego! (risos)

TF: O fato de ser (citando você mesma) “palhaça” te atrapalharia a interpretar papéis mais sérios? Como alguém que respira Comédia enxerga o Drama?

MC: Nunca! Comecei minha carreira no drama. Amo atuações dramáticas e amaria voltar a fazê-las. Acho meio pobre um ator que se limita a um gênero apenas. Mesmo que só surjam convites pra um mesmo tipo de personagem, acho que cada ator tem que exercitar todos os seus limites, seja no palco, na TV ou mesmo em sala de aula.

TF: Você parece ser do tipo “agitada por natureza”. Como é seu dia-a-dia fora do trabalho, Maíra?

MC: Frenético! Sou daquelas que dorme tarde e acorda cedo, sabe? Não consigo ficar parada. Não vou à manicure porque não tenho paciência de esperar sem poder folhear uma revista ou tuitar. Difícil até eu conseguir relaxar pra ver um filme sequer. Se não tenho o que fazer, eu invento, simples assim! Dormir é pros fracos! (risos)

TF: Qual é a sua ideia de felicidade? E, ao contrário, o que te faria infeliz?

MC: Que susto! Achei que tivesse lido “idade” (risos). Ah, nem é tão difícil de responder essa. Ser feliz pra mim é ganhar o Oscar, casar com o Jude Law e ter filhos parecidos com os da Fernanda Lima. E a infelicidade seria me ver fazendo o que eu não gosto pro resto da vida. Trabalhando sem paixão.

TF: Profissionalmente falando, quais são seus planos para o futuro?

MC: Ganhar o Oscar, casar com o Jude Law e ter filhos… Brincadeira. Pra 2013 (vamos falar de um futuro mais próximo, NE?), pretendo fazer teatro o ano todo e cinema. Amo a televisão, mas to sentindo falta de algo mais perene.

TF: Deixe um recado para todos os seus fãs e admiradores que acompanharam nosso papo.

MC: Queridos, que honra saber que vocês três existem! (risos). Sério, é muito bom saber que alguém que você não conhece acompanha o seu trabalho, se interessa pelo o que você diz, pensa. Muito obrigada por todo carinho e espero nunca decepcioná-los! Amo-tes!

Maíra Charken é… – artista.

Sonho – Ficar tão rica a ponto de enriquecer outras pessoas.

Frustração – Morrer só.

Alegria – Uma casa no campo cheia de cães.

Medo – Morte dos meus pais.

LivroFeliz Ano Velho, de Marcelo Rubens Paiva

Frase – “Não sabendo que era impossível, foi lá e fez!”

Música – As mais tristes.

Na TV, assiste… – Assistia Avenida Brasil!! Oi Oi Oi

Na Internet, acessa… – Por… Portais de sites de relacionamentos! (risos)

Família – É bom, mas dura muito.

Deus – Só Ele sabe das coisas.

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Foco Máximo com Aguinaldo Silva

 

Aguinaldo Silva

Pensei em apresentá-lo como “autor da Globo“.

Mas essa, concluí, seria uma descrição pobre.

Afinal, autores escrevem palavras. Aguinaldo escreve histórias.

Globo é quem lhe paga o salário.

Mas nós, telespectadores, somos seus verdadeiros proprietários.

Portanto, nem autor, pois isso é pouco.

E nem da Globo, pois ele é nosso!

“Ser ou não ser? Eis a questão.”, escreveu Shakespeare.

“Seja logo, quereeeedo!”, responderia Aguinaldo, do alto de sua inabalável sinceridade.

 

Foco Máximo Fina Estampa interrompeu a queda dos índices da Globo às 21h e serviu de pilar para sua sucessora Avenida Brasil. Quais foram os principais fatores que levaram a Obra a ser um estrondoso sucesso?

Aguinaldo Silva O fato de ser uma novela do dia a dia, do cotidiano das personagens (que eram reconhecíveis, comuns), sem nenhuma firula dramatúrgica. Nada de avião caindo ou de tsunami no Japão. Isso trouxe um senso de realidade do qual o telespectador gosta muito, e que tinha sumido das novelas. Agora este “senso de realidade” está sendo levado às ultimas consequências em novelas atuais, e eu temo que ele acabe por se tornar – de novo – irreal demais.

 

FM Críticos o acusam de explorar estereótipos como os da “mulher batalhadora”, “vilã implacável”, “escada assassina”. Você assume o uso dessas “fórmulas”? Qual é a linha que separa a Tradição da falta de Criatividade?

AS Novela, como você sabe, é melodrama, é folhetim. O folhetim existe desde o século XIX e tem um esquema fechado, perfeito, do qual ninguém pode sair sob o risco de fazer outra coisa. No folhetim nada se cria, mas o uso dessa linguagem perfeita, redonda, capaz de atravessar séculos, depende, isto sim, da criatividade de cada autor. Os críticos me acusam por usar os recursos do folhetim, mas acham genial, criativo, artístico e inovador quando esses mesmos recursos são usados por outros autores… Vá entender.

 

FM A Globo tem lançado novos autores com bastante frequencia. Como você enxerga esta tendência? Comparando-se os trabalhos dos “novatos” com os de sua Geração, é possível apontar muitas diferenças?

AS A diferença básica é que os autores da minha geração viram muita coisa na vida antes de começar a escrever novelas. Estes novos autores, saídos de uma classe média super-protegida, nunca viram nada – nem verão. O resultado disso é que o trabalho deles, por melhor que seja, é apenas fruto das novelas e dos filmes que eles viram, dos livros que eles leram, etc.. Falta experiência pessoal. O público pode não perceber isso, mas os especialistas percebem.

 

FM A chamada “popularização” tem sido uma vertente bastante explorada pela Dramaturgia atual. Você é enxergado como um dos ícones deste Movimento. O que, porém, separa o Popular do Popularesco? É possível escrever de forma simples sem perder o bom gosto?

AS O que separa o popular do popularesco é a sinceridade de quem tenta fazer o primeiro. Quando se faz o pastiche e e se entra no territorio do farsesco, aí temos o popularesco. Essa mania atual de achar que pra ser popular tem que ser exagerado nos tiques e toques das personagens é popularesca, e acaba por nivelar as novelas no mesmo diapasão. O meu “popular” vem da observação, e do fato de que não acho que as pessoas “populares” são rasas e ridículas. Todo ser humano e rico e digno de ser observado, seja qual for a sua classe.

 

FM Diversas de suas Obras estão entre os maiores sucessos da história da TV. Por que você e o baixo Ibope nunca se encontraram? Qual é o cerne do sucesso de suas Novelas?

AS Insisto: acho que é a maneira sincera como conto cada uma das minhas histórias. Eu só consigo escrever uma novela se acreditar em seus personagens e suas tramas. Se eu acreditar, o telespectador também vai acreditar, porque vai enxergar sinceridade no meu trabalho.

 

FM Muitos afirmam que Novelas, embora sendo ficção, influenciam a realidade. O aumento do número de divórcios, por exemplo, é apontado por alguns como um desses fatores. Você crê que uma Novela é capaz de moldar uma Sociedade? Como autor, você se preocupa em transmitir “lições” ao público?

AS A novela no Brasil é o espelho: tenta refletir a renovação constante dos usos e costumes. O país muda, a novela muda com ele. Essa história de que os divórcios aumentaram por causa da novela é a maior balela. Não foi a novela quem inventou o adultério, ele já existia desde os tempos bíblicos, e se hoje pode ser “exercido” mais livremente não é por culpa da novela. Se uma novela é capaz de moldar a sociedade? Só numa obra de ficção daquelas bem alopradas.

 

FM Você não costuma abordar temas de responsabilidade social com a mesma intensidade que alguns de seus colegas. Afinal, uma Novela tem uma função social a cumprir ou deve ser encarada como mero entretenimento?

AS A novela tem uma função social a cumprir sim. É fazer com que o seu público se divirta, sonhe e, por que não, reflita sobre a “moral” de suas tramas. A função social da novela é ser novela. Quando ela deixa de sê-lo para abordar temas de “responsabilidade social” fica chata. Mas atenção, a novela pode muito bem abordar esses temas, desde que eles estejam perfeitamente inseridos em uma trama, e não colocados lá à força. Ou seja, trocando em miúdos: novela é mero entretenimento sim, mesmo quando fala de assuntos sérios.

 

 

FM Quanto tempo se passa entre o surgimento da Ideia Central e a concepção de uma de suas Sinopses? Você é um autor de insights ou suas ideias são elaboradas de forma mais gradual?

AS Depende da novela, da época que estou vivendo, da premência da emissora. Agora mesmo querem que eu faça uma sinopse pra ontem. Nesses casos você liga o motor e segue em frente. Mas no meu caso eu sempre adio o trabalho para a última hora. E não sou um autor de insights não, eu tenho várias histórias guardadas e, na hora H, vou lá no meu arquivo e vejo qual delas é a mais apropriada. A história de Griselda, por exemplo, existia desde a década de 80 e eu só fui desenterrá-la agora.

 

FM Você já atuou como “supervisor de texto” em Novelas como Tempos Modernos. Explique-nos um pouco sobre esta função. O supervisor possui autonomia para acrescentar e/ou eliminar cenas? Como é o relacionamento entre supervisor e autor?

AS O supervisor é apenas um conversador. Baseado em sua experiência, ele dá conselhos ao autor supervisionado. Este pode aceitá-los ou não. No caso de Tempos Modernos não se pode dizer que eu tenha sido o supervisor da novela, já que o autor não aceitou nenhum dos meus conselhos e fez exatamente o contrário do que eu aconselhava. Abandonei o trabalho no meio, pois vi que meu esforço era inútil. No caso de Laços de Sangue, a novela portuguesa que ganhou o Emmy Internacional, aí sim, foi o paraiso, minha supervisão foi aceita pelo autor Pedro Lopes e sua equipe em todos os sentidos.

 

FM E quanto aos colaboradores de suas Obras? Eles chegam a escrever núcleos inteiros? Há revisão e prestação de contas deles para você? Explique-nos um pouco acerca desta engrenagem.

AS O colaborador é um dialoguista. Ponto final. A ele cabe escrever cenas da escaleta indicadas pelo autor, que pode reescrevê-las, ou até descartá-las e escrever sua própria versão. No meu caso, não deixo que nenhum colaborador se dedique apenas a um núcleo: eles têm que estar prontos para escrever sobre todos. Dessa forma eu garanto que eles leiam os capítulos depois de prontos e, o que é mais importante, vejam a novela. O colaborador, presume-se, é um aprendiz que um dia poderá escrever suas próprias novelas, e aí sim, ter um grupo de colaboradores para ajudá-lo na empreitada.

 

FM Seu nome sempre foi especulado como sonho de consumo da Record. Até que ponto isso é real? Algo o faria trocar a Globo por outra Emissora ou esta hipótese é inimaginável?

AS Fui procurado uma vez pela Record, que me fez uma proposta absurda, tão absurda que me assustou… Mas fiquei tentado. Depois a coisa não caminhou, a Globo soube, me fez uma contra proposta e eu aceitei. Não creio que seja sonho de consumo de nenhum canal, estou na Globo desde 1978, tenho lá grandes amigos e, sinceramente, não me vejo a sair de lá.

 

FM Beirando os 70 anos, você já pensa em aposentadoria? Sente-se pronto para a perspectiva de um dia parar de trabalhar?

AS Eu devia estar pronto para deixar de trabalhar sim, mas não estou pronto para ser o Senhor Já Era. Ou seja, para encontrar alguém na rua que vai me perguntar: “saiu da Globo por quê? Eles não querem mais que você escreva novelas?” Por isso pretendo continuar: pelo fato, sempre rejuvenecedor de ser reconhecido na rua e ter meu trabalho igualmente reconhecido.

 

FM No Twitter, vemos um Aguinaldo que constantemente alfineta e é alfinetado. Você já declarou que o Aguinaldo de lá é um “personagem”. Como é seu relacionamento com a Rede Social? Algum de seus tweets já renderam problemas para o “verdadeiro” Aguinaldo?

AS Até hoje nenhum problema. Alguns arrependimentos da minha parte, isto sim. Meu relacionamento com as redes sociais tem sido cada vez mais cuidadoso. Agora levo sempre em conta que o que eu escrevo lá nunca mais será apagado. Na vida real sou o sujeito mais tímido do universo. Na vida virtual solto os cachorros. Mas não são pitbulls, são bichinhos de pelúcia.

 

FM Qual é a previsão de seu retorno ao ar?

AS Se depender de mim, em 2014. Agora, se depender de uns e outros… Ano que vem: como é que pode?

 

FM Deixe um recado para a legião de fãs que certamente está acompanhando nosso papo.

AS Não me levem a sério quereeeedos, eu estou nessa vida pra me divertir e, espero, pra divertir vocês todos… e podem apostar que eu dou o meu sangue pra conseguir isso.

 

 

Foco Máximo com Ricardo Hofstetter

Ricardo Hofstetter

Autor

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É necessário repeti-la para se ter ideia da plenitude com que exerce sua atividade.

Na TV, escreveu a mais famosa temporada de Malhação.

Ou alguém não se lembra da Vagabanda, protagonista de uma Novela das 17h com Ibope de Horário Nobre?

Ricardo, no entanto, não tem em Malhação o seu ponto final.

Ele vai além, muito além

Cinema, Teatro, Literatura.

“Escrevo para todas as idades.”, diz.

E talvez esta seja sua maior qualidade:

Ricardo é acessível a todas as tribos.

“Escrever é a arte de traduzir o desconhecido.”, disse alguém certa vez.

Se Ricardo o ouviu, não sei.

Mas sei o que ele fez.

Esta Entrevista é recomendada para os com idade entre 8 e 80.

Se este é o seu caso, venha.

E aprenda

 

 

FM Você escreveu 10 temporadas de Malhação. Quais são os maiores desafios de se escrever para jovens? Possuir um Público-Alvo específico é um ônus ou um bônus?

RH Não sei o número certo de temporadas, mas deve ser perto disso. Dessas 10 temporadas, a maioria foi como colaborador. Como autor principal foram 3: 2003, 2004 (a fase da Vagabanda) e Malhação ID (2010). Acho que o principal desafio é entrar adequadamente no universo sobre o qual se vai escrever. Na verdade, quase todos os programas da Globo são destinados a todas as faixas etárias; assim, Malhação não é um programa para adolescentes, mas sobre adolescentes, que pode ser visto por crianças, adolescentes, adultos e terceira idade. A dificuldade é a temática, que tem de ser ligada em assuntos do universo adolescente. Ou seja, seu leque de histórias possíveis de serem contadas diminui bastante. O horário também atrapalha bastante, já que a Classificação Indicativa, em vez de indicar, quer determinar.

 

FM Malhação caracterizou-se pelos temas que abordava. Como era feita esta escolha? De todas as abordagens sociais já feitas pela Novela, qual é a sua preferida?

RH Os temas vinham de todo lugar: notícias de jornal, dos pesquisadores, filhos, filhos de amigos, livros, filmes. Escritor é uma sanguessuga: chupa história de tudo quanto é lado. A história sobre crack em Malhação ID foi muito boa; sobre bullying em 2004 também.

 

FM De todas as temporadas da Novela, qual você elegeria como a “the best”?

RH Modéstia à parte, a de 2004, a fase da Vagabanda, pois foi a primeira a introduzir a música no programa com muito sucesso. Aliás, de todas as fases, essa foi a que mais deu audiência. A média foi de 31 pontos, coisa que, nos dias de hoje nem novela das sete consegue mais. Até hoje as pessoas me encontram na rua e dizem que adoravam e que foi a melhor fase. Fico orgulhoso de tê-la escrito.

 

FM Após ter escrito centenas, quais são seus personagens favoritos de toda a história de Malhação? Alguma vez você já se arrependeu de algum núcleo, tema ou personagem? Como um autor reage ao perceber que teve uma ideia rejeitada pelo público?

RH O trio Gustavo, Natasha e Catraca, que formava a Vagabanda. Também gostei muito da “gordinha” Rita, de Malhação ID, que era interpretada pela Olívia Torres. Núcleos e personagens de novelas sempre surpreendem seus autores, tanto positivamente quanto negativamente. Faz parte do nosso trabalho esquecer os que não caíram no gosto do público e investir nos que caíram. Assim como rola frustração por personagens que não deram certo, rola também muita alegria por aqueles que você não dava nada e viraram sucesso. Novela é uma obra aberta, esse é seu grande barato.

 

 

FM Você, como autor, enxergava Malhação como mero entretenimento ou acreditava que o Programa fosse capaz de moldar comportamentos?

RH Novela é basicamente entretenimento. Mas, na minha opinião, sempre é possível e benéfico passar informações também, afinal a audiência de TV brasileira é muito carente em termos de informação/educação.

 

FM A que você atribui a constante queda dos índices de Ibope de Malhação? Os jovens perderam o interesse pelo Programa ou este não soube se reciclar como deveria?

RH É normal acontecer isso com um programa que está no ar há 17 anos (não tenho certeza do número, mas é por aí). Além disso, a tecnologia mudou nossas vidas. Hoje há o videogame, a internet, os canais a cabo, as pessoas melhoraram de vida e estão podendo sair mais de casa para ir ao cinema, teatro, shows… enfim, a concorrência aumentou muito. Acho que os jovens continuam se interessando muito pelo programa. Só há mais opções de entretenimento agora.

 

FM Recentemente, uma cena da atual temporada de Malhação causou enorme polêmica ao exibir um personagem esbravejando a palavra “p*ta”. Seria este um sinal de que os tempos são outros ou foi um deslize cometido pela Direção? Fosse o Ricardo escrevendo, esta palavra constaria no texto?

RH Sou bastante liberal em relação a isso. Palavrão é uma palavra como outra qualquer, só que, por convenção, decidiu-se que algumas eram “proibidas” ou menos elegantes que outras. Mas é só uma convenção. Afinal, por que falar prostituta não tem problema e puta tem? Não vejo grande problema nisso, na hora certa o palavrão é perfeito ou pelo menos mais adequado. Após uma batida de carro feia ninguém grita “minha santa mãezinha do céu”…

 

 (Em nota, a Globo afirma que a palavra pronunciada foi “fuça“, ao contrário do divulgado pelo Portal UOL. Como a pergunta tem como objetivo descobrir a opinião de Ricardo sobre o assunto Linguagem, a Coluna decidiu mantê-la, independentemente do fato ter acontecido ou não.)

 

FM A Programação Jovem exibida hoje pela TV está, em sua opinião, em crescimento ou declínio? Como autor, você sente saudade do que era feito antigamente ou é entusiasta dos novos estilos que vem surgindo?

RH Não sou especialista em jovens, trabalho com todas as faixas etárias, por isso não sou a pessoa mais indicada para responder a essa pergunta. O que acho é que, durante muito tempo, Malhação foi a única opção de programa de ficção com temática adolescente. Talvez por isso (também) tenha feito tanto sucesso.

 

FM Eis uma pergunta clássica, porém inevitável: TV, Cinema, Teatro ou Literatura: Qual é a Linguagem que mais te fascina?

RH Gosto de todas. O importante é perceber as nuances de cada uma para não cair no erro, muito comum, de, por exemplo, escrever para teatro como se estivesse escrevendo para TV. Já trabalhei (e trabalho) com todas essas linguagens, exceto cinema; mas tenho vários roteiros pronto e pretendo entrar nesse mercado também.

 

FM Como é o Ricardo Hofstetter longe das páginas em branco? Quais são seus hobbies e interesses?

RH Adoro jogar futebol, enquanto o corpinho aguentar, vou jogar. Também curto música, fui músico profissional no início da carreira, mas depois larguei. De vez em quando ainda pego minhas guitarras e levo um som; e adoro vinhos. Os outros hobbies são ligados à profissão: adoro ir ao teatro, cinema, ver TV, ler. Pra nós escritores, isso é lazer e trabalho ao mesmo tempo. Como na piada do ginecologista, a gente trabalha onde os outros se divertem.

 

FM Algo em seu Site me fascinou. Lá, você, sem constrangimento, lista Peças e Filmes que já escreveu, mas ainda não realizou. Seria este um sinal de como você lida com seus sonhos, Ricardo? O que Projetos inacabados significam para você?

RH Todos que trabalham com arte no Brasil passam por isso, tem milhares de projetos que ainda pretendem produzir. E a ideia de colocá-los no site é divulgá-los para ver se alguém se interessa em produzir. Os projetos inacabados (prefiro o termo “não produzidos”) são projetos potenciais.

 

FM Você atuou colaborador da novela Beleza Pura. Ao escrever para adultos, você precisa se “despir” do autor de jovens? Um autor deve possuir diversas facetas?

RH Como já disse, escrevo para todos os públicos. O lance com os jovens ficou mais evidente por causa do sucesso de minhas fases em Malhação. Mas tenho romances publicados e peças de teatro produzidas para adultos também. Mas é como falei sobre as diferentes mídias: cada uma tem suas características, manhas, e você precisa dançar de acordo com a música.

 

FM Você possui contrato em vigor com a Globo? As informações de que há uma sinopse de sua autoria sendo avaliada pela Emissora são verdadeiras? Alguma previsão de quando veremos uma de suas Obras novamente no ar?

RH Tenho contrato de exclusividade com a Globo, sim. Estou com duas sinopses de novela das sete em avaliação lá. Uma delas deve ser produzida em breve.

 

FM Na “Era do Facebook”, a TV está ameaçada? Qual é o maior desafio de profissionais como você para manter os jovens diante da telinha?

RH Quando a Internet surgiu, os alarmistas disseram que iria acabar com a TV, assim como disseram que o Cinema ia acabar com o Rádio e a TV com o Cinema. Nada disso aconteceu. Estudos mais recentes apontam que a Internet e a TV se alimentam reciprocamente. Pode até ser que, no futuro, uma devore a outra. Mas acho que ainda demora muito.

 

PERFIL

 

Ricardo Hofstetter é… – Quem tem de responder essa são os outros

Sonho – Viver mais de cem anos

Frustração – Ter uma vida só e tão curta

Alegria – Minha família, filhos, mulher, mãe, etc…

Medo – Melhor não pensar neles

Livro - O Amor nos Tempos do Cólera de Gabriel García Marquez, Dom Casmurro de Machado de Assis e Libertinagem de Manuel Bandeira.

Frase - “Antes só do que mal acompanhado.”

MúsicaInsensatez e Água de Beber, ambas de Tom Jobim

Na TV, assiste… – Novelas, filmes, séries e futebol (Fogão!)

Na Internet, acessa… – Tudo

Família – Maravilhosa

Deus – Genial

Qual é o Foco Máximo de Ricardo Hofstetter? – Escrever

 

Que Deus abençoe todas as áreas da sua vida, Ricardo! São votos da Foco Máximo!

 

 

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Foco Máximo com Jonas Bloch

 

Jonas Bloch

De origem hebraica, o sobrenome Bloch significa “estrangeiro“.

Há muito, porém, os Bloch tornaram-se patrimônio nacional.

Jonas é mais um representante do clã.

Mais claro do que seus cabelos é o seu talento.

Talento de alguém que não precisa de muito para brilhar.

Basta-lhe um olhar, um sorriso, um esgar.

Com Jonas, cada cena se torna História.

E a cada dia páginas e mais páginas são acrescentadas por este “estrangeiro” que conquistou o Brasil.

A Foco Máximo decreta feriado.

Neste instante, um Ícone da Arte conversará conosco…

 

Foco Máximo Em Máscaras você vive Big Blond, membro de uma Organização Internacional. Como é interpretar um personagem tão peculiar sem se tornar caricato?

Jonas Bloch Em Novela, o ator tem que estar muito preparado para se adaptar a tudo. No começo, o personagem vai sendo construído com o trabalho em progresso. Como não é uma obra acabada, vai sendo colocada em cena a visão do diretor, a interpretação do ator e, a partir destas primeiras abordagens, o autor vai delineando o personagem. Tudo vai se transformando à medida que os primeiros capítulos vão para o ar.

 

FM Como foi sua preparação para encarnar o Big?

JB Como eu disse na resposta anterior, fui modificando a minha visão do personagem aos poucos. Pensei em fazer um personagem mais frio, calculista, mas com o correr do trabalho, ele foi ficando mais sanguíneo, emocional, apaixonado.

 

FM Num mundo de tantas “Teorias Conspiratórias” seria possível afirmar que existem Big Blonds andando por aí?

JB Depois do 11 de setembro, com a destruição das torres do World Trade Center, tudo que se imaginava pertencer à ficção se tornou possível. O mundo perdeu sua capacidade de evoluir humanamente, continua baseado no interesse econômico, colocado o dinheiro acima de tudo.

 

FM Você fez parte do grupo de atores que assinou a “Carta de Amor a Máscaras”. O que o motivou a aderir ao manifesto amoroso?

JB Eu fui um dos redatores da Carta. Acho que a Novela, com todos os defeitos que se possa apontar, não teve sua ousadia percebida pela mídia, que vem massacrando a Record injustamente, baseada em índices de Ibope, tentando dar a imagem de uma Emissora menor, quando ela foi e é um acontecimento importante, aumentando as possibilidades da Novela brasileira, antes somente feita pela Globo.

 

FM Máscaras já é seu quinto trabalho consecutivo na Record. Como você avalia estes anos na Emissora? Até quando vai o seu contrato com a Casa?

JB Meu contrato vai até março de 2014 e tenho sido muito feliz trabalhando na Record. Como já disse antes, é uma Emissora com vontade de acertar, está descobrindo seu caminho pouco a pouco, e vem conquistando o público.

Quando um ator trabalha em Cinema e Teatro por muito tempo, costuma ficar muito feliz, mesmo que seja visto por menos pessoas, mas como “desapareceu” da TV, o público de televisão pensa que ele está em uma fase ruim da carreira, como se só existisse a Globo no mundo. Quem só assiste à Globo também pensa assim dos atores da Record.

 

FM Os telespectadores da Novela notam que Big Blond não aceita com facilidade a chegada da velhice. Aos 73 anos, como Jonas Bloch lida com a terceira idade?

JB Internamente, eu me sinto com uma energia que nada tem a ver com a imagem que se faz de um velho. Há um preconceito com as pessoas mais velhas, como se elas tivessem passado para um outro mundo. Depois de uma certa idade, as pessoas são cortadas das listas de convidados para muitas coisas. De uma certa maneira, é até bom. Agora, com essa nova moda de comportamentos pré fabricados, onde ninguém tem mais um maneira própria de ser, a maioria seguindo um modelo único, com homens malhados falando de futebol, mulheres magras imitando estrelas, quem ficou mais velho e soube aproveitar a sua experiência, prefere não conviver com isso.

 

FM Já são 8 anos fora da Globo. Com uma trajetória tão vitoriosa, não estar na chamada “Emissora Líder” o frustra de alguma forma?

JB De maneira alguma. Sou muito bem tratado na Record, o ambiente de trabalho é de muita camaradagem, há um belo desafio para conseguirmos afirmar esse novo campo de trabalho, onde houve um investimento fantástico. Sou muito abordado na rua, recebo o mesmo carinho e respeito que recebia quando trabalhava na Globo, e fiz novelas na Record que tiveram um enorme sucesso, mas que a Mídia escondeu.

 

FM Sua filha, Débora, é hoje uma das principais atrizes da TV brasileira. Como pai, você a influenciou a seguir esta “veia artística”? Atuar ao lado de Débora em uma Novela é um sonho a ser realizado?

JB Não quis intervir na decisão dela, acho que a vida dos filhos não pertencem aos pais. Como eu criei minhas filhas sozinho, quando era folga da empregada, eu levava para o camarim do Teatro e, acho, isso aproximou a Debora do Teatro. Ela disse que ficou mobilizada ao ver minha paixão pelo Teatro e isso aguçou sua curiosidade, mas a decisão foi dela. Não acho que daria certo se fizéssemos um trabalho juntos, ficaria difícil para o público separar os personagens dos atores. Já fizemos comerciais e convenções juntos, foi só.

 

 

FM Após mais de 50 anos de carreira, é possível eleger um trabalho favorito?

JB Em TV, meu trabalho de maior impacto foi na Manchete, numa Novela chamada Corpo Santo. Em Teatro, foram vários trabalhos, mas creio que os que fiz em São Paulo foram mais significativos. Em Cinema, foi um filme de Carlos Reichenbach – Paraíso Proibido – o de Claudio Assis, Amarelo Manga e um curta de Eliane Caffé, Arabesco.

 

FM Para que a interpretação flua de forma convincente, como deve ser o relacionamento entre “ator” e “personagem”?

JB Acho que viver um personagem, ser outra pessoa, faz com que o ator amplie sua visão em relação ao ser humano, tenha mais compreensão do “outro”. Essa viagem à outro universo nos obriga a ter uma generosidade com a maneira de ser dos outros, sem preconceitos, entendendo como o personagem pensa e sente o mundo. Isso é um aprendizado que nos marca.

Todos nós somos múltiplos, temos tudo dentro de nós, o bem e o mal. Fomos nos moldando aos poucos, definindo nossos valores, nossos princípios, para viver harmoniosamente com os outros. O lado mal foi controlado. Num vilão, bons valores e princípios são rejeitados, e o egoísmo predomina, chegando a níveis doentios, a ponto de matar pessoas para conseguir o que quer.

 

FM Você já interpretou diversos vilões “pesados”. Após um dia inteiro de gravações carregadas de emoção você já sofreu com a síndrome de “levar o personagem para casa”? Algum trabalho já o esgotou emocionalmente a ponto de prejudicar sua vida pessoal?

JB Alguns trabalhos são muito desgastantes, nos exaure. Eu procuro não levar o personagem para casa, mas acho que, em qualquer profissão, o dia-a-dia nos influencia por algum tempo até relaxarmos e voltarmos à realidade. O que já me esgotou emocionalmente foram alguns produtores, não o trabalho de ator.

 

FM Em sua opinião, a Novela é um mero entretenimento ou deve exercer alguma “função social”? A TV pode ser considerada culpada por algum dos males da sociedade?

JB A TV brasileira é de alta qualidade, e tem abordado temas que são tabus de uma maneira muito positiva, ajudando a abrir a cabeça do povo brasileiro.

Todos os conflitos humanos têm um lado da questão a ser escolhido pelo telespectador e isso é político, uma forma de melhorar a maneira de pensar da população. A Globo teve o mérito da abordar muita vezes os temas que eram tabus com muita categoria, e ajudou a derrubar muitos preconceitos que existiam na sociedade brasileira.

 

FM Aproveitando o “gancho” da pergunta anterior, como determinar o “limite” do bom senso numa Novela? Numa trama como Máscaras, por exemplo, onde há Crime e Triângulos Amorosos, não existe o perigo de se “passar do ponto”?

JB As mulheres de alguns países orientais são obrigadas a tapar o rosto e o corpo. É justo?

Todos nós sabemos o perigo de censurar comportamentos, isso é um autoritarismo que, muitas vezes, foi criado por um líder retrógrado, idiota, impiedoso. Cada pessoa tem o direito de fazer de sua vida o que quiser e ninguém tem nada com isso, a vida é dela e de mais ninguém. Se alguém condena o comportamento de outra pessoa, que viva a vida de seu jeito, mas não tem o direito de proibir os outros de ser como querem ser. Quando uma Novela aborda personagens que vivem com valores que transgridem o seu tempo, estamos dando a oportunidade disto ser avaliado, aceito ou rejeitado, pode ser um avanço necessário, não estaremos parados no tempo. Caso contrário, estaríamos vivendo ainda como há dois séculos passados.

 

FM Adolpho Bloch, fundador da Manchete, era seu primo em segundo grau. Você acompanhou de perto o auge e o término da Emissora? A falência do “Conglomerado Bloch” foi dolorosa para toda a família?

JB Adolpho era um homem corajoso, desbravador, que começou com uma gráfica minúscula e chegou a ter Revistas, Canal de TV, Rádios. Eu vivi uma parte de minha carreira em Minas, depois São Paulo, ficando afastado dele durante muito tempo. Quando voltei para o Rio, o reencontrei quando fui trabalhar como ator na TV Manchete.

Ele não parava de produzir e aumentar seus empreendimentos e, para isso, tinha que pegar empréstimos em dólar. O dia que o preço do dólar disparou, não conseguiu saldar suas dívidas e teve que fechar a Empresa. Uma pena, porque era um trabalho magnífico e o Brasil perdeu a chance de ampliar seu universo televisivo.

PERFIL

 

Jonas Bloch é… – Um ser humano apaixonado pela profissão, pela família e pelo país

Sonho – Continuar a ter energia e ver minha família feliz

Frustração – Ter parado meus trabalhos de canto e dança

Alegria – A família que tenho

Medo – De ficar com uma doença grave. Eu e minha família.

Livro – Hamlet, de Shakespeare.

Frase – “No fim tudo dará certo, e se ainda não deu, é porque ainda não chegou ao fim”.

Música – As de Caetano

Na TV, assiste… – The Big bang Theory, Jornais, Filmes

Na Internet, acessa… – E-mails, joguinhos, Google

Família – Tudo de bom

Deus – Gostaria de acreditar, mas com tudo que vejo, fica difícil

Qual é o Foco Máximo de Jonas Bloch? – Meu trabalho, a família, meu país.

 

Foco Máximo com Reinaldo Gottino

 

Reinaldo Gottino

O Peregrino do Jornalismo.

Suas andanças, porém, não são físicas, mas temáticas.

Gottino tem um dom:

É multifacetal.

Narra Esportes e Notícias com a mesma desenvoltura.

Com facilidade, domina a transmissão sem, porém, abafá-la.

Transmite SSS: Segurança, Simpatia e Simplicidade.

E, por isso, dialoga com a tela e recebe um sorriso de volta.

Foi com este mesmo espírito que Gottino, em poucas palavras, nos disse tudo.

Do Passado ao Futuro.

Do Estúdio a Sala de Estar.

Da Carreira a Fé.

Foco Máximo com Reinaldo Gottino.

Põe na tela aí!

 

Foco Máximo Você costuma atuar tanto no Jornalismo Esportivo quanto no Policial. Qual dos dois é o seu preferido?

Reinaldo Gottino Prefiro o Jornalismo de cidade, prestação de serviço, utilidade pública, trânsito, tempo e também policial e esporte dentro do mesmo jornal.

 

FM Programas como seu antigo SP Record são tachados por muitos como “Jornalismo sangrento”. Como você enxerga esse rótulo? Qual é o limite que separa a Informação do Sensacionalismo?

RG Se você observar alguns propgramas na TV, vai reparar que o SP Record era um jornal dinâmico e com muita informação.

 

FM O Jornalismo é o carro-chefe da Record e ocupa grande parte da Programação. Reportagens investigativas e policialescas são mais constantes do que em outras Emissoras. Pode-se afirmar que o Jornalismo Verdade proposto pela Emissora possui uma linha editorial mais “agressiva”?

RG Acho que o brasileiro gosta de reportagens bem feitas, de histórias interessantes e gosta também de ação.

 

FM Comandando do Estúdio ou realizando a Reportagem in loco? Onde você se sente mais à vontade?

RG Tenho curtido muito voltar à rua. Tenho sido muito bem tratado pelos entrevistados, pelos colegas. O estúdio me deu peso na rua. Isso é bom.

 

FM Até que ponto você se envolve com a Notícia? Após uma Cobertura policial, por exemplo, o “peso” das notícias chega a atrapalhar sua vida pessoal? Você consegue “deixar as manchetes no trabalho” antes de ir para casa?

RG Me envolvo com a notícia sempre, mas não me deixo influenciar. São situações diferentes.

 

FM Você sempre foi, popularmente falando, “bom de Ibope”. Qual é o segredo para, mesmo apresentando Programas Jornalísticos, adquirir o carinho e a identificação do Público?

RG Tento ser objetivo, usar uma linguagem simples e ao mesmo tempo tenho que mostrar pra quem está em casa que tô por dentro do assunto. E a conduta da minha vida fora da TV me dá condições de falar sobre assuntos com total liberdade sem medo de errar.

 

FM Quais são os seus exemplos e referências no Jornalismo?

RG Trabalhei seis anos com Heródoto Barbeiro e Zallo Comucci na CBN. São duas referências de Credibilidade e Jornalismo feito de uma maneira especial.

 

FM No segmento Cidade Alerta & Derivados, Datena se tornou um ícone. De alguma forma aqueles que, como você, começaram depois, se espelham nele? A passagem turbulenta dele no ano passado deixou cicatrizes na Emissora?

RG Não posso falar pela Emissora. Datena sempre foi muito correto comigo e acabou se tornando um amigo.

 

FM Você, que diariamente lida com ela, enxerga alguma solução para conter a Criminalidade que assola o País?

RG Educação é a única forma.

 

FM Conte-nos um pouco sobre sua atuação na Record SP. De que Atrações tem participado?

RG Deixei o Record Notícias para participar por algumas semanas do projeto do Novo Cidade Alerta. Adriana Reid, que dividia comigo o Record Notícias, é uma pessoa fabulosa e uma grande jornalista. Improvisar não é uma missão fácil e ela manda muito bem. Foi uma experiência muito agradavel. Depois do Cidade Alerta, ainda não sei o que a Casa tem pra mim. Estou de férias até as Olimpíadas, que narrarei na Record e na Record News.

 

FM Como é a sua rotina fora da TV? Quais são os hobbies e atividades preferidas do Gottino?

RG Adoro ficar com a minha família, minha esposa maravilhosa, meus filhos, meus pais, meus irmãos, cunhados, sogro(a). Jogar tênis, baralho, viajar e principalmente ir a igreja. Sou cristão e preciso ir pelo menos uma vez por semana a casa do meu Pai para me abastecer de um combustivel chamado Fé para a semana.

 

FM Deixe um recado para os seus fãs e admiradores que estão acompanhando nosso papo.

RG Obrigado pelo carinho, em breve novidade. Fiquem com Deus.

 

PERFIL

 

Reinaldo Gottino é… – Verdade

Sonho – Muitos

Frustração – Não tenho

Alegria – Estar em casa

Medo – Alguns

Livro – Bíblia

Frase - Tudo posso Naquele que me Fortalece

Música – Renascer Praise - Tu és o meu tudo

Na TV, assiste… – Controle na mão. Tudo.

Na Internet, acessa… – Teclado na mão. Tudo.

Família – Me emociona.

Deus – Meu Pai, meu amigo, meu companheiro diário.

 

FM Qual é o Foco Máximo de Reinaldo Gottino?

RG Boa pergunta. Acho que hoje meu foco está em valorizar mais quem me ama e quem me quer bem e valorizar menos coisas, situações e interesses.

 

TV FOCO Entrevista: “Nós temos uma química o que facilita nosso dia-dia”, diz Arlindo Grund a respeito de Isabella Fiorentino

TV FOCO: Arlindo, como era sua vida antes do Esquadrão?

Arlindo Grund – Uma correria dando aulas em pós graduação, fazendo editoriais de moda, capas, catálogos, desfiles… Estudando sempre!

TV FOCO: Como é trabalhar no SBT?

Arlindo Grund - Surpreendi-me com o valor que a emissora está dando a moda evendo-a como meio de transformar a vida das pessoas.

TV FOCO: Como foi sua experiência como comentarista de carnaval?

Arlindo Grund - Fantástica! Adorei e quero muito repetir. Falar de moda nocarnaval foi muito enriquecedor. Tive que ir atrás dos tecidos, estruturas econversar com costureiras de comunidades no Rio! Incrível.

 

TV FOCO: Como é sua relação com a Isabella Fiorentino? As idéias sempre batem?

Arlindo Grund - Nós temos uma química que facilita o nosso dia-a-dia. Nossas idéias são sempre parecidas e um enriquece a opinião do outro.

TV FOCO: Qual foi sua pior experiência com pessoas que precisam de ajuda para se vestir?

Arlindo Grund - Nunca tive nenhuma.

 

TV FOCO: Qual é a expectativa para a nova temporada do Esquadrão da Moda?

Arlindo Grund - De trazer mais informações para as pessoas e proporcionar transformações.

TV FOCO: O programa ‘’Tenha Estilo’’ é um sucesso nas tardes do SBT. Como são as gravações do programa? Quanto tempo você se dedica?

Arlindo Grund - uma correria só gravo 3 programas por dia e as pautas são definidas junto com minha equipe de moda. Posso dizer que a dedicação é intensa.

 

TV FOCO: Quais os planos para o futuro?

Arlindo Grund - Continuar levando moda para todo mundo com uma linguagem acessível e coloquial.

TV FOCO: Há quanto tempo você mudou seus hábitos alimentares?

Arlindo Grund - Sempre comi muito saudável. Carne realmente há muito temponão como!

 

TV FOCO: São PauloFashion Week, qual a importância desse evento?

Arlindo Grund - Mostrar que o Brasil tem um grande potencial criativo e muito espaço para negócios. É uma de nossas principais vitrines para o mundo – de moda.

TV FOCO: Uma inspiração?

Arlindo Grund - Pessoas que se dedicam aquilo que fazem independente da área.

TV FOCO: O que achou do Esquadrão aos sábados?

Arlindo Grund - As pessoas estão começando a se acostumar e está legal!

TV FOCO: Qual dica você deixa para as pessoas que querem seguir aprofissão de estilista?

Arlindo Grund - Estudar e muito!

 

TV FOCO: Qual a sua dica de moda infalível?

Arlindo Grund - Conhecer seu corpo. Saber o que você deve valorizar e principalmente o que você disfarçar.

 

Jogo Rápido

Esquadrão da Moda: Transformação.

Tenha Estilo: Consultoria de Moda para o telespectador.

SBT: A TV mais feliz do Brasil.

TV Foco: Informação.

Isabella Fiorentino: Uma pessoa incrível.

Livros: Biografias de estilistas.

Comida: Sushi, massas.

São Paulo Fashion Week: Muito trabalho!

Silvio Santos: um ícone da TV.

Família: Tudo!

Arlindo Grund por Arlindo Grund: Dedicado

Mensagem aos leitores do site: Obrigado pela audiência no Esquadrão da Moda e Tenha Estilo. Bjo grande p todos.

TV FOCO Entrevista: “Acho que os gays me adoram mesmo” diz Val Marchiori

TV FOCO: Quais as lembranças boas e divertidas que você trás quando criança, e como era viver uma vida “Pobrezinha”? E pra você qual a diferença entre a riqueza, pobreza e a humildade?

Val Marchiori - Tenho varias lembranças boas, me lembro quando íamos jantar na casa de uns amigos dos meus pais, íamos a cavalo era muito gostoso. Hello gente qual a diferença! Tudo, tudo e diferente. Humildade sempre rico ou pobre.

TV FOCO: Como foi o início da carreira na TV? Existem comentários que você pagava para aparecer na televisão. Essa informação é verdadeira ou falsa?

Val Marchiori –  Eu comecei minha carreira fazendo um quadro no programa Amaury JR, falava sobre ícones de luxo, e não e verdade que eu pagava, tinha um patrocinador.

TV FOCO:‘’Mulheres Ricas’’ foi um sucesso, muitos comentários renderam na internet. Quais os seus planos para o futuro? Vai ter a segunda temporada do reality show?

Val Marchiori –   Foi muito legal, realmente superou minhas expectativas ,  sim vai ter a segunda temporada, acho que estou dentro sim.

TV FOCO: Nós sabemos que o Silvio Santos é encantado por você e por sua beleza, como foi gravar com o grande rei e mestre da televisão Brasileira? E mais, segundo informações ele fez uma proposta pra você, para apresentar uma revista eletrônica no SBT e você não aceitou, essa informação prossegue? E se você recebesse esse convite aceitaria?

Val Marchiori - E ficou encantado que bom, gravar com um ídolo e sempre muito especial, o Silvio  deixa a gente muito a vontade. Não recebi nenhum convite do Silvio Santos.

TV FOCO: Suas participações no ‘’Domingo Legal’’ teve um gostinho de luxo, e alegrou o programa. Como foi gravar com o Celso?

Val Marchiori - Foi ótimo a sintonia foi boa espero repetir muito essa experiência.

TV FOCO: Está confirmado seu quadro no Domingo Legal?

Val Marchiori –  Não ainda não vamos ver.

TV FOCO: Você gostaria de ter um programa, nos moldes do da Hebe Camargo no SBT? (Pergunta enviada por Pupa Dias)

Val Marchiori - Adoraria sempre brinquei que sou a nova Hebe. (risos)

TV FOCO: Existe uma disputa por você por parte das emissoras?

Val Marchiori - Essa parte  adoro (risos)

TV FOCO: Como você encarou os comentários na imprensa estrangeira a respeito do reality na Band?

Val Marchiori - Cada um tem direto de ter sua opinião, para mim o que importa e fazer algo que curto  e acredito. Mas teve muita gente que adorou também.

TV FOCO: O que você acha dos comentários a respeito do seu relacionamento com o Silvio Santos? (Pergunta Enviada por Pupa dias)

Val Marchiori - Hello gente cada uma, e foi gentil comigo só isso.

 TV FOCO: Como está o desenvolvimento do livro da sua vida?

Val Marchiori –  Ainda no começo mas estou muito animada.

TV FOCO: Muitos de seus fãs vêm do publico Gay, como você vê essa relação com eles? O que você acha desse carinho que eles têm com você?

Val Marchiori - Carinho e carinho não importa de onde veio. Adoro todos meus fãs, mas acho que os gays me adoram mesmo,kkkkk

TV FOCO: Quais as empresas que você tem? Você continua com a transportadora que você começou?

Val Marchiori –  Não continuo com a transportadora ate porque hoje a administração dos meus bem e a TV tem tomado todo meu tempo.

TV FOCO: Ainda falta alguma realização na sua vida pessoal e profissional?

Val Marchiori –  Sempre queremos mais um pouco e inerente do ser humano.

Jogo Rápido:

Deus: Tudo

Família: Minha vida

Homens: pior sem eles

Silvio Santos: Meu ídolo

Celso Portiolli: Um querido

Amaury Jr:, Meu padrinho

SBT: Adoro

SBT World: Amigos para sempre

Band: Me abriu as portas para o mundo

Um programa de TV: Mulheres Ricas

Dinheiro: impossível viver sem ele.

Riqueza: presente de Deus

Pobreza:  passado

Humildade: sempre

Diversão: Viajar

Hello: For Ever

Glamour: Sempre

TVFOCO:  Val Marchiori por Val Marchiori: Viver e  não terá vergonha de ser feliz.

Agradecimento aos leitores do site:

Val Marchiori - Obrigada pelo carinho gente, Adoro estar aqui com vocês.

AGRADECIMENTOS

BLOG SBT WORLD

ALAN  HARPERR

COLABORAÇÃO

SAMUEL ALBANEZ

PUPA DIAS

EDIÇÃO

MATHEUS RAMOS

ENTREVISTA –  TV FOCO em parceria com o SBT World

TV FOCO Entrevista: ” Não é assim que o público vê o programa, nem as agências de publicidade”, diz Sônia Abrão sobre fama de programa sensacionalista

Conhecendo Sônia Abrão

Uma das jornalistas e apresentadoras mais conhecidas da televisão Brasileira, ela já passou por diversas emissoras de televisão e emissoras de rádio, ficou a frente de importantes revistas e jornais, nossa entrevistada de hoje é Sônia Abrão!

TV FOCO: São diversos anos de carreira, com passagens por diversos meios de comunicação, o que falta ainda na sua carreira? 

Sônia Abrão: Sempre vai faltar alguma coisa e isso é fundamental, é o que nos leva a continuar. No momento, estou focada no lançamento de meu novo livro sobre comportamento feminino e já comecei a escrever a biografia do Rafael Ilha. O roteiro do filme sobre a vida dele já está pronto.  Fora o programa de TV (o A Tarde É Sua, na Rede TV!), voltar a escrever tem sido a minha adrenalina. Também ando com saudade do rádio…

TV FOCO: Você sempre se mostrou muito honesta e sincera nas suas opiniões, acredita que isso tenha contribuído por você estar na televisão há tanto tempo?

Sônia Abrão: Acredito que sim. O Silvio Santos disse, uma vez, que nenhum profissional consegue enganar o público o tempo todo. E isso é uma verdade. A sensibilidade do povo é indiscutível. O telespectador sabe quem finge e quem é sincero. E eu sempre fui sincera, nos erros a certos. Por isso, estamos há 12 anos no ar ininterruptamente. Sabe quantos programas foram lançados nesse tempo pra concorrer com a gente? No mínimo, uns dez. Todos passaram, nós estamos aqui. Isso tem um motivo: a confiança do público no nosso trabalho.

TV FOCO: Como é o seu dia a dia? Como se mantém informada?

Sônia Abrão: Meu dia-a-dia é uma correria. Acordo sempre por volta das sete da manhã, a partir daí é conciliar a vida pessoal e profissional a cada momento. Leio os principais jornais e sites logo pela manhã para ter uma noção geral dos acontecimentos e continuo me atualizando durante o dia. Vejo os principais telejornais, leio as grandes revistas semanais, sou viciada em informação. Mas o principal é refletir sobre os acontecimentos, perceber o que significam pra mim e amadurecer minha opinião. Assim, quando entro no ar, estou segura sobre o que vou dizer e estou disposta a arcar com as consequências.  Temos duas reuniões de pauta por dia no A Tarde É sua, entro no trabalho às 10 h, no ar às 15 e só saio de lá às 20 h.Quase não sobra tempo pra mais nada. Mas gosto que seja assim.

SBT e Record

TV FOCO: Você esteve no SBT diversas vezes como jurada dos programas do Silvio Santos, como é seu relacionamento com o apresentador?

Sônia Abrão: É muito amistoso.  Devo muito ao Silvio, por todas as oportunidades de atuar em seus programas e na sua emissora. Fiz muita coisa no SBT, desde júri do Troféu Imprensa a repórter do helicóptero do Gugu, do Aqui Agora ao Falando Francamente. Ele confiou em mim como apresentadora de TV e acho que não o decepcionei. Além disso, sempre fui fã!

TV FOCO: No SBT você comandou o “Falando Francamente”, atração que se aprofundava muito no assunto do programa “Chaves”, por que tanto gosto pela temática, simplesmente pela audiência que o tema trazia ou também por você gostar muito da turma da vila?

Sônia Abrão: O Falando Francamente era uma verdadeira revista eletrônica, tipo um Fantástico diário. Abordávamos uma variedade enorme de assuntos. O Chaves foi apenas um deles e restrito ao quadro SBT 21, que mostrava os grandes sucessos da emissora e o seriado do Bolaños jamais poderia ficar de fora. Mas, confesso que sou “chavesmaníaca”, adoro até hoje. Não só o Bolaños é genial, mas todo o elenco. Pra mim, ele está no mesmo nível do nosso Renato Aragão e seus Trapalhões, uma paixão nacional.

TV FOCO: Na Record você apresentou o programa “Sonia e VC”, porque optou por sair da emissora, foi um acordo entre ambas as partes?

Sônia Abrão: Eu não tomo esse tipo de decisão, sou da área artística e esse assunto é empresarial.  Vou para onde a produtora Câmera Cinco e o diretor Elias Abrão me levam. Mas pode ter certeza que só deixamos amigos na Record e torço pela emissora em sua guerra de audiência com a Globo.

TV FOCO: Atualmente existe uma grande disputa pela vice liderança, você acredita que o SBT pode retornar a vice liderança isolada no Ibope?

Sônia Abrão: Por que não? Tudo é uma questão de estratégia e trabalho duro. E a emissora está passando por uma fase muito boa! A tendência é crescer mais ainda.

TV FOCO: Como você vê hoje a Record, acredita que a emissora tem potencial para ultrapassar a Globo?

Sônia Abrão: Essa não é uma tarefa fácil, mas não acho impossível, não. Há alguns anos, ninguém imaginaria a Record com essa força que tem hoje. A Globo já mudou várias coisas em sua mentalidade e programação em função da grande audiência da Record, sabendo que a emissora não brinca em serviço e já provou isso beliscando algumas vezes o primeiro lugar no Ibope. Volto a peguntar: por que não? É uma questão de meta!

TV FOCO: Se fosse convidada, voltaria a trabalhar no SBT ou na Record?

Sônia Abrão: Deixei as portas abertas em todos os lugares em que trabalhei, então não haveria porque não voltar. Mas meu lugar agora é na Rede TV!,com o A Tarde É Sua, no ar há seis anos, diariamente, ao vivo. É a emissora onde estreei como apresentadora e onde estou há mais tempo. Tem uma importância muito grande na minha carreira.

REDETV!

TV FOCO: Na RedeTV! você apresenta o programa a “Tarde é Sua” que muitas vezes é taxado de sensacionalista, como você enxerga essa fama do programa?

Sônia Abrão: Não tem a menor influência sobre o meu trabalho. Não é assim que o público vê o programa, nem as agências de publicidade. Isso é o que importa!

Sônia Abrão apresenta o A Tarde é Sua

TV FOCO: Os índices do “A Tarde é Sua” são altos para os padrões da RedeTV! ao que você adere essa receptividade do público?

Sônia Abrão: Justamente à seriedade com que trabalhamos, às questões de interesse público que debatemos com nossos especialistas, à cobertura que fazemos dos principais fatos no calor dos acontecimentos, nossa batalha por um Brasil melhor, mais justo e mais humano. Temos um diretor experiente e competente, como o Elias Abrão, e uma equipe pequena, que trabalha como gente grande e dá furo até na Globo, como foi recentemente o caso da tragédia do HopiHari. Foi nosso programa que obteve em primeira mão as fotos que mostravam que a menina estava sentada na cadeira diferente da que foi periciada. Tínhamos sete fotos à tarde, enquanto o Jornal Nacional só teve uma à noite. Foi o A Tarde é Sua que mudou o rumo das investigações e provocou uma nova perícia.

TV FOCO: Você aprovou a contratação de Rafinha Bastos pela RedeTV!?

Sônia Abrão: Foi uma surpresa, achei bem legal. É uma nova chance para ele mostrar todo seu talento e uma ótima sacada da emissoraem colocá-lo num formato consagrado mundialmente como o Saturday’s Night Live.

TV FOCO: Você ficou triste com a saída do “Pânico na TV”?

Sônia Abrão: Claro, foi uma convivência de seis anos, sempre muito boa! Mas essas mudanças fazem parte da vida de todos os profissionais. O Pânico vai continuar fazendo sucesso e a Rede TV! vai continuar dando voltas por cima com muita criatividade.

TV FOCO: Com qual artista da RedeTV! você tem mais amizade?

Sônia Abrão: Ah, meu relacionamento sempre é muito amigável com todos. Mas tenho um carinho especial pela Dani (Daniela Albuquerque),pela simplicidade e igualdade com que ela trata todo mundo. Nunca posou de “primeira-dama”, e sim como colega de profissão. Acho isso bacana, num meio em que muita gente costuma se colocar num pedestal. 

Polêmicas

TV FOCO: Em 2009, a equipe de seu programa foi acusada pelo apresentador Geraldo Luís de embebedado e ‘sequestrado’ o pai do Carlinhos, ex-participante da Fazenda, com o objetivo de tê-lo como entrevistado exclusivo no “A tarde é Sua”. Isso gerou uma grande polêmica você ainda é de mal com Geraldo Luís?

Sônia Abrão: Nem de mal nem de bem. Não o conheço pessoalmente! Mas com esse episódio absurdo, acho que ele aprendeu que calúnia não dá audiência, porque logo em seguida seu programa foi tirado do ar. Mas tudo isso é passado, hoje ele está de volta ao ar pela Record e vem fazendo sucesso. Talvez tenha amadurecido como profissional.  Melhor assim.

TV FOCO:  Em 2008, você conseguiu com exclusividade se comunicar com o sequestrador Lindenberg, na época Datena disse que você estava negociando com bandido. Você concorda com ele? Ou acha que ele sentiu inveja por não conseguir esse furo?

Sônia Abrão: Foi muito duro e injusto tudo o que ele disse sobre mim no Brasil Urgente, mas já se desculpou em público várias vezes, tanto na Rede TV! quanto pela Band. Teve essa humildade. Por mim, tá desculpado. Já virei a página!

Neste ponto da entrevista em uma palavra você diz o que significa as palavras ou artistas mencionados abaixo:

 

- Televisão:trabalho

- Geraldo Luís: apresentador

- Datena: polêmico

- Silvio Santos: mestre

- Deus: tudo

- Futuro: esperança

- Adriane Galisteu: linda

- Sônia Abrão por Sônia Abrão:gosto de ser eu

TV FOCO: Neste espaço você pode deixar um recado para o seu público.

Sônia Abrão: Só posso dizer obrigada a todos os que acompanham e confiam em meu trabalho. Podem ter certeza, que eu, nosso diretor e equipe, matamos vários leões por dia para levar para vocês um programa muito humano e que faça refletir sobre a nossa realidade. Nossa matéria-prima é a vida! Beijos.

 

ENTREVISTA EXCLUSIVA TV FOCO

 Matheus Ramos – @ramos_silva95

Aaron Racanicchi

TV FOCO Entrevista: “O Conexão Repórter sempre foi muito respeitado no SBT” diz Roberto Cabrini

TV FOCO: Qual é a sua posição sobre as extensas coberturas jornalísticas feitas por algumas Emissoras durante casos de maior repercussão, como aconteceu durante o julgamento de Lindemberg?

Roberto Cabrini: Muito boa em alguns casos, com excessos em outros. Não se deve, entretanto, culpar a janela pela paisagem.

TV FOCO: O que diferencia o Conexão Repórter dos demais Programas Jornalísticos?

Roberto Cabrini: Nossa principal inspiração é a luta intransigente pelos direitos humanos: Defender as minorias,os discriminados,os desassistidos,os injustiçados, os esquecidos… É o que nos move no Conexão! Sem lutar por quem não tem voz e nem vez o jornalismo investigativo não tem alma e nem sentido.

TV FOCO: Durante certo período, o Conexão sofreu com constantes mudanças de horário. Isso o incomodava? O senhor participa de decisões desta natureza?

Roberto Cabrini: Sempre fomos muito respeitados dentro da emissora. O SBT busca montar a grade mais interessante. Nunca vi qualquer problema.

TV FOCO: O Ibope do Programa também cresceu nos últimos meses. A que o senhor atribui esta subida? Ibope é algo que lhe preocupa?

Roberto Cabrini: O Ibope é uma forma de reconhecimento, mas não a única. Nossa audiência cresceu 25 % no ano passado em relação ao ano anterior e neste ano já somos o programa da emissora com maior crescimento. Além disso já ganhamos o Prêmio Esso de Telejornalismo, provocamos a realização de diversas CPI’s e reportagens do Conexão chegaram a repercutir nos principais veículos do mundo como o New York Times, a CNN, o Le Monde , o ElPaís… Não poderia sonhar com mais conquistas em apenas dois anos.

TV FOCO: Quais são, em sua opinião, os ícones do Jornalismo atual?

Roberto Cabrini: Todos aqueles que fazem do jornalismo uma forma de melhorar a vida das pessoas por meio da informação e da conscientização.

TV FOCO: O que o levou a deixar a Record, onde o senhor já comandava com sucesso seu próprio Programa, e ir para o SBT?

Roberto Cabrini: O desafio. Aqui pude montar a equipe, criar o nome do programa, seu formato, seu conceito. Tenho orgulho de nossa equipe e de nossas conquistas. Procuro valorizar o jornalismo dentro da TV e abrir caminho para outros.

TV FOCO: O SBT não é conhecido por investir no Jornalismo, concentrando-se mais em sua linha de shows. Internamente, esta é a realidade?

Roberto Cabrini: O DNA da Rede é o entretenimento mas isso não significa que o jornalismo não possa ganhar o seu espaço. Alguns dos nomes mais importantes do Jornalismo já passaram pela emissora. Em relação a mim, aqui no SBT conquistei parte dos prêmios mais importantes de minha carreira, como Prêmio APCA e o Vladimir Herzog em 1996 e agora o Prêmio Esso de Telejornalismo de 2010. São provas de que no SBT em vários momentos foi e é perfeitamente possível a conquista da excelência.

TV FOCO: Qual é o grau de influência de Silvio Santos em seu Programa? Ele participa ou interage frequentemente com o senhor?

Roberto Cabrini: Ele vibra com as conquistas, concede liberdade e jamais interfere.

TV FOCO: Qual foi a Matéria mais marcante de sua carreira?

Roberto Cabrini: É sempre a próxima!

TV FOCO: De qual Cobertura o senhor lamenta não ter participado?

Roberto Cabrini: Não tenho queixas. De um modo geral, sempre pude cobrir os grandes acontecimentos.

TV FOCO: Qual é o limite que separa o Jornalismo do Sensacionalismo?

Roberto Cabrini: Todos devem procurar melhorar sua comunicação com o público por meio de edições dinâmicas, abordagens diferenciadas e criatividade sem, entretanto, jamais permitir a adulteração da verdade. Quando isso acontece intencionalmente incorre-se em um crime e como tal deve ser tratado e punido.

TV FOCO: Até quando vai seu contrato com o SBT? O senhor pretende manter-se na Emissora ou está aberto a propostas?

Roberto Cabrini: Estou muito feliz na Emissora e pretendo cumprir meu contrato que vai até a metade de 2013. Só então pensarei.

TV FOCO: Ser um dos maiores ícones do Jornalismo brasileiro aumenta a “pressão” por um bom trabalho?

Roberto Cabrini: Sei de minhas responsabilidades e pretendo jamais me afastar de meus ideais.

TV FOCO: Aos nossos leitores que cursam Jornalismo, qual seria o seu conselho?

Roberto Cabrini: Iniciativa, humildade, inquietação, responsabilidade, criatividade e jamais deixar de contemplar todos os ângulos da notícia, inclusive aqueles com os quais o próprio repórter não concorda. E não esqueçam de buscar a informação precisa, que muitas vezes está distante da oficial.

SBT - Uma grande casa

Globo - A grande escola de telejornalismo no país.

Família - Tudo.

Sonho - Sempre buscar melhorar a vida das pessoas por meio do jornalismo atuante.

Frustração - Não tenho.

Deus - Ajuda quem trabalha e procura construir,unir,somar…

Entrevista feita por  Arthur Vivaqua

TV FOCO Entrevista: “Silvio Santos é único, igual a ele só daqui 500 anos” diz Lucimara Parisi

Conhecendo Lucimara Parisi

TV FOCO: Você trabalhou em algumas rádios e em importantes emissoras de televisão, nos conte de forma breve sobre sua trajetória profissional.

Lucimara Parisi: Comecei na Radio Nacional, atualmente Rádio Globo, como radio-atriz, depois locutora inclusive com Silvio Santos, depois dubladora, apresentadora, produtora e finalmente diretora e apresentadora. Sou jornalista!

TV FOCO: Olhando hoje seu trabalho na televisão, você já fez tudo que queria? O que realmente falta ainda para você conquistar? Quais são os objetivos futuros?

Lucimara Parisi: Sempre temos objetivos, agora no SBT temos novos horizontes.

TV FOCO: Família, religião, como você enxerga a importância desses aspectos para que um profissional possa ser bem sucedido na sua carreira?

Lucimara Parisi:  Família é a base de tudo! Amo minha família, preciso dela o tempo todo. Quanto a religião sou Ecumenica, adoro o trabalho do Paiva Neto, respeito todas as religiões, gosto de todas mas procuro me espiritualizar diariamente atraves de meditação e oração.

Globo

TV FOCO: Você esteve ao lado de Fausto Silva na Globo por décadas, como era a relação de vocês e como está essa relação?

Lucimara Parisi: Minha rerlação com o Fausto sempre foi muito boa! Como ele mesmo diz, no profissional e no pessoal.

TV FOCO: Durante todos esses anos que você esteve trabalhando no “Domingão do Faustão”, qual foi a história mais interessante que poderia compartilhar conosco? Algo de bastidor, uma história que tenha te surpreendido.

Lucimara Parisi: Muitas histórias! É preciso  ler o  livro que lançei “Uma Mulher que faz” e saberá muitas histórias. (risos)

TV FOCO: Na época da sua saída do “Domingão” surgiram humores que houve uma briga entre você e Fausto Silva, isso realmente aconteceu? Você ficou magoada com ele?

Lucimara Parisi: Todo o trabalho existe divergências, gosto dele e não existe magoa


Televisão Brasileira

TV FOCO: Há poucos dias, foi divulgado uma nota na Veja Online, que dizia que o“O Domingão do Faustão” perdeu em torno de 6 pontos de ibope na última década, ao que você adere essa queda acentuada? É sinal que é necessário promover uma renovação mais profunda na atração?

Lucimara Parisi: Lucimara Parisi: Sobre a veja on line só digo que se manter líder durante mais de vinte anos não é para qualquer um, o profissional tem que ser muito competente e carismático.

SBT

TV FOCO: Hoje você está trabalhando no “Programa do Ratinho”, como é sua relação com Carlos Massa? Você realmente se sente em casa trabalhando no SBT, como tantos outros artistas dizem?

Lucimara Parisi: Hoje estou no SBT com o Ratinho, feliz da vida e me sinto em casa sim!

TV FOCO: Você acredita que trabalhar com o Ratinho tenha sido uma oportunidade de recomeço?De novos horizontes? Em qual momento essa proposta chegou até você? 

Lucimara Parisi: Já trabalhei com Silvio antes mesmo dele pensar em ter alguma emissora. Fui participar de um pgm com Silvio e meu parceiro era Ratinho (está no youtube) e aí rolou a proposta no ar..foi incrivel

TV FOCO: Você em algum momento teve contato com Silvio Santos? Como enxerga o papel dele na Televisão Brasileira? 

Lucimara Parisi: Silvio Santos é único igual a ele só daqui 500 anos

Neste ponto da entrevista em uma palavra você diz o que significa as palavras mencionadas abaixo: 

- Televisão: Comunicação

- Fausto Silva: Saudade

- SBT: Felicidade

- Deus: Tudo

- Futuro: não sei

- LuciamaraParasi por Lucimara Parasi: Guerreira

Neste espaço você pode deixar um recado para o seu público.

Galera do bem, insista, persista, mas não desista!

 

TV FOCO Entrevista: “Se só o SBT subiu, tudo indica que estamos no caminho certo” diz Zé Américo

Conhecendo Zé Américo

 Humorista, redator, dublador, ator brasileiro e atualmente secretário parlamentar do deputado federal Tiririca, este é José Américo Niccolini, mais conhecido como Zé Américo.

TV FOCO - Zé Américo, você teve passagens importantes em alguns programas como “Domingo Legal” e “Domingão do Faustão”, como foi trabalhar nestes programas, qual a experiência que você trouxe deles?

Zé Américo – Foi excelente trabalhar com o Faustão e o Gugu dois dos grandes apresentadores da nossa TV, procurei aprender um pouco com cada um,já que eles tem estilos bem diferentes, com o Faustão convivi um pouquinho mais, apesar de tímido é um grande cara, ajudou muito o café com bobagem, ajudou até na nossa volta ao SBT, já que depois que voce trabalha na globo parece que fica mais inteligente! O Gugu também foi muito bacana comigo, agora uma coisa maravilhosa é ver o Silvio Santps trabalhando ele sabe tudo!

TV FOCO - Na sua opinião, qual é o limite do humor?

Zé Américo – Na minha opinião o limite do humor está no bom senso,só que muitas vezes nós humoristas erramos,até porque só erra quem joga.

SBT

TV FOCO - Sua imitação do apresentador Datena da Band, ganharam destaque no programa “A Praça é Nossa”, como é fazer este personagem? Sabe se o Datena tem conhecimento da imitação e o que ele acha?

Zé Américo – O Datena gosta da imitaçao tanto que por gostar ele acabou sendo o primeiro convidado do voce se lembra e já me elogiou em várias TVs, ele é bem inteligente ,tem raciocínio rápido e é bem engraçado fora do ar.

TV FOCO - Você apresentou por alguns meses o programa “Você se Lembra” no SBT, a atração rapidamente caiu no gosto do público e conseguiu dobrar os índices da emissora nas noites de segunda-feira, afinal por que o programa saiu do ar?

Zé Américo – O “Você se Lembra” era pra ter 8 episódios como foi na versão americana o amnesia, aqui tivemos 34 ediçoes, foi muito bom, mas  não dizem que tudo que é bom acaba? (risos)

TV FOCO - Como é sua relação com Carlos Alberto de Nobrega, fora das câmeras ela realmente é aquela pessoa receptiva e companheira que aparenta ser?

Zé Américo – O Carlos Alberto é exatamente o que se ve na tv, bacana, amigo, companheiro e profissional, uma das pessoas que mais me ajudaram. uma estrela da tv que não é nem um pouco estrela!

TV FOCO - Atualmente, mais propriamente nos últimos dois feriados que tivemos você apresentou um programa especial no “Feriadão do SBT” o “Vc tem q Ver”, uma atração baseada em vídeos da internet, talvez esse seja um sinal de que a emissora deseja lhe dar um programa fixo na grade novamente?

Zé Américo -  Acho que é um sinal que eu não sou tão ruim apresentando! (risos)

TV FOCO - O SBT teve problemas no quesito audiência nos últimos anos, porém neste ano de 2011 foi à única emissora que cresceu neste quesito, acredita que a emissora está no caminho certo? O que falta para o SBT retomar a segunda colocação?

Zé Américo – Hoje as emissoras estão numa verdadeira guerra pelo ibope, onde não só pontos, décimos  são importantes, tem muita gente boa em todas as emissoras, se só o sbt subiu, tudo indica que estamos no caminho certo!!

TV FOCO - Dentre os programas humorísticos atuais da TV Brasileira, qual lhe agrada mais e por quê?

Zé Américo – Gosto além da “Praça é Nossa” é claro, do “Pânico na TV” pelo resultado, ritmo, graça e por admirar o que nós do café com bobagem tentamos a vida toda, ter um programa nosso ter sido conseguido por eles, que são pessoas que eu respeito muito!
TV FOCO - Como você enxerga a polêmica envolvendo o humorista Rafinha Bastos, acredita que ele pegou pesado ao fazer a piada em relação à cantora Wanessa?
Zé Américo – Enxergo que se o Rafinha Bastos tiver que ser condenado que seja por fazer uma piada tão sem graça como essa! (risos) Tenho certeza que ele não quis ofender ninguém, ele quis ser simpático falando que a Wanessa e gostosa e no calor do ao vivo se embananou, bom pra ele que está lotando cada vez mais seus shows, pra mim ele é muito esperto e competente.

Política

TV FOCO - Para os que não sabem você é Secretário Parlamentar do deputado Tiririca, qual é o seu papel no dia a dia do deputado?

Zé Américo – O meu papel no dia  a dia é representar o Tiririca em eventos que ele não pode comparecer, em viagens e cerimonias no estado de São Paulo, junto com o Ivan de Oliveira estamos criando uma revista que explica para as crianças o que faz um deputado, frase criada por mim e usada no último capítulo da novela “Insensato Coração”,  o que eu faço é um cargo de confiança e com certeza a gente só confia ou nao em quem conhece.
TV FOCO - A eleição do Deputado Tiririca envolveu uma grande polêmica com relação à alfabetização dele, afinal ele é alfabetizado?
Zé Américo -  Claro que é alfabetizado, talvez não tenha uma fluencia para ler e escrever super rápido, mas sempre soube ler, desde que o conheço, minhas idéias eram passadas para ele por email e respondidas por ele na hora está lendo e escrevendo melhor a cada dia, pura inveja de quem estudou muito e não foi eleito.
TV FOCO - Como você vê a eleição do deputado Tiririca? Acredita que ele possua bagagem e preparo suficiente para ocupar o cargo que ocupa atualmente em Brasília?
Zé Américo - Acho que ninguém que ocupa um cargo dessa magnitude pela primeira vez tenha bagagem, mas ele tem muita vontade  de aprender, e não falta nunca, esta se dando muito bem!
TV FOCO -  Você pensa em se lançar candidato nas próximas eleições?
Zé Américo – Não muito obrigado! (risos).

Zé Américo por Zé Américo

Neste ponto da entrevista em uma palavra você diz o que significa as palavras mencionadas abaixo:

- Televisão:  Um veículo encantador, que cativa o telespectador e muitas vezes enlouquece quem faz por causa do excesso de vaidade.

- Humor: A válvula de escape do povo

- SBT: Uma grande empresa, feita por quem sabe

- Política: É a arte de ceder e se associar pra conseguir alguma coisa, se essa coisa é boa, só o tempo vai dizer!

Neste espaço você pode deixar um recado para o seu público.

Obrigado pelo carinho de todos, e pela torcida para que as coisas deem certo para mim. Desejo em dobro a vocês todos!!! E um grande 2012 com muita saúde e grana pra todo mundo, afinal de contas saúde sem grana é uma porcaria! (risos).

TV FOCO Entrevista: “Eu fui designada para ensinar a Dani” diz Keila Lima

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Conhecendo Keila Lima

TV FOCO: Você trabalha na TV já há algum tempo, conte um pouco para nós por
quais emissoras já passou e como foi a experiência em cada uma delas.

Keila Lima: Trabalho em tv há 13 anos, comecei na tv bandeirantes, depois Globo SP, interior SP e Paraná, em seguida Tv Record depois Rede Tv. Em todos os lugares por onde passei aprendi muito e sempre fui feliz!

Como entrei muito tarde na tv, aos 29 anos e sem nenhuma experiência, aproveitei ao máximo todas as oportunidades que tive para crescer. Houve momentos marcantes em todas as emissoras, por exemplo, na Globo interior, apresentei a edição local do SPTV em Marilia que, na época, em 99 era transmitido de um estúdio bem simples, não tínhamos tele prompter, eu decorava grande parte dos textos para chamar as reportagens e, em alguns casos, o assistente do cinegrafista segurava cartolinas com alguns textos para eu ler. No Paraná, fui atingida por tiros com balas de borracha, disparados pela policia durante uma manifestação. Me machuquei mesmo, fui parar no hospital!, Um grande susto!

Na Band fiz um especial sobre drogas no Programa Tempo Quente, Apresentado pelo Marcos Hummel e dirigido pelo Carlos Amorim. Esse trabalho me marcou muito pelo sofrimento das famílias que perderam pras drogas o ente querido. Ah, tem tanta coisa legal! Na Record fiz coberturas importantes como o Caso Richthofen, perseguições policiais no Cidade Alerta, além de lindas e comoventes reportagens ajudando inúmeras pessoas, num quadro que criei no Note Anote, chamado Retratos do Coração. Até casamento nós fizemos neste quadro! Demais!

A Rede tv foi um marco em minha vida profissional porque foi onde me consolidei como apresentadora, alem de ter tido a oportunidade de participar de grandes coberturas como repórter, tanto nos jornalísticos da casa, quanto no extinto Bom Dia Mulher, antes de ir para o Manhã Maior, há dois anos e meio.

Como apresentadora também houve momentos inesquecíveis, como a presença da cantora Paula Fernandes abrindo o coração e falando sobre o difícil período que viveu quando entrou em depressão.

TV FOCO: As pessoas realmente ficam admiradas pela sua educação e disponibilidade em falar com as pessoas, como era seu relacionamento
com a equipe do programa? Você realmente é essa pessoa prestativa?

Keila Lima: eu sou assim mesmo!, Estou sempre disponível e disposta a ajudar!, Sempre fui assim e não vou mudar!, Quando fazíamos matérias que ajudavam
as pessoas lá na Record, era eu mesma que lia as cartas para selecionar participantes e vibrava com a alegria das pessoas ao receberem algum tipo de ajuda. Longe da tela da tv eu tbm gosto de ver todo mundo bem e feliz! E se eu puder contribuir Pra isso, faço com prazer e alegria no coração!

TV FOCO: Você se firma como evangélica na TV, acredita que isso possa lhe atrapalhar de algum modo?

Keila Lima: expressar a fé nunca atrapalha. Acho saudável, sincero e além disso cria empatia com o telespectador porque ele passa a respeitar e até admirar aquilo que é a verdade em minha vida. Essencial também é respeitar a crença dele e eu priorizo esse respeito em qualquer circunstância, dentro e fora do estúdio.

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TV FOCO: Você apresentou o “Bom Dia Mulher” na RedeTV! por alguns anos, como era seu
relacionamento com a equipe?

Keila Lima: Em todos os programas sempre tive bom relacionamento com equipe de produção, externa e também apresentadores.
A Olga Bongiovanni por exemplo me deu a oportunidade de apresentar o Bom Dia em algumas ocasiões quando. ela estava viajando e recebi dela
muitas orientações importantes. No jornalismo também tive valiosas oportunidades e a sintonia com a equipe me possibilitou cobrir casos de destaque como a morte de Eloa, Operação Satiagragha, caso Variglog, entre outros.

TV FOCO: O “TVFama” sempre foi taxado como um programa de fofoca, é até mesmo de mal gosto por alguns, por que você acredita que mesmo assim o programa está no ar há tantos anos?

Keila Lima: mesmo não tendo trabalhado no Tv fama posso dizer que o programa esta no ar pelo motivo obvio: é um sucesso! As pessoas gostam e têm curiosidade de saber da intimidade dos artistas. E o Tv Fama faz isso de maneira leve, numa linguagem acessível.

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TV FOCO: Quando o “Manha Maior” foi lançado a estratégia era fazer algo parecido com o “Hoje em Dia” da Record, que apostava em uma
fórmula muito parecida, porém o programa realmente não emplacou, o que faltou para dar certo?

Keila Lima: prefiro enumerar tudo o que fizemos para que o Manha Maior desse certo: eu e a Dani sempre nos dispusemos para gravações de externas, juntas e separadas, sem limites de horario nem de dias de gravação, além disso mantínhamos contato continuo e estreito com a equipe edireção.

A produção detém grandes méritos: expert em programas femininos e de entretenimento, trabalho intenso com muita dedicação. E mais, independente da verba disponível, que era pequena se comparada com o próprio Hoje em Dia, colocávamos no ar um programa de qualidade.

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TV FOCO: Você trabalhou diretamente com Daniela Albuquerque por alguns anos, como era seu relacionamento com ela? Por ela ser mulher do dono da emissora, acredita que ela teve “facilidades” que outros não tiveram?

Keila Lima: Trabalhei diretamente com a Dani por quase cinco anos e tínhamos um relacionamento de amizade e respeito. Eu fui designada para ensinar a Dani, quando ela iniciou na reportagem no Bom Dia e na apresentação do Dr. Hollywood. Foi uma grande experiência para mim também, porque enquanto você ensina, aprende e se aperfeiçoa e esse é o grande lance em qualquer profissão: se dispor a aprender sempre!

Independente das facilidades que podem surgir pelo fato de ser esposa do dono da emissora, a Dani sempre se dedicou a aprender e fazer cada vez melhor reportagens e apresentação. Ela aproveitou as oportunidades e se empenhou bastante para se desenvolver e crescer profissionalmente.

Imagem de Amostra do You Tube

TV FOCO: Sua saída da RedeTV! foi bastante tumultuada, principalmente pelo seu depoimento no final do último “Manha Maior” que você apresentou, quando começou a se despedir Daniela Albuquerque tentou lhe interromper por diversas vezes, acredita que ela tentou censurar sua
despedida ao fazer isso?

Keila Lima: ah! Não acredito em censura não! Acredito que tenha sido só uma reação automática diante de uma surpresa, porque não tinha nenhuma despedida planejada. Durante o programa eu senti no meu coração que deveria dar uma satisfação ao publico e também agradecer a todos que conviveram comigo na emissora por quase sete anos. Então decidi falar no inicio do “quadro momento fama”, porque é uma hora leve e despojada do programa, o que inviabilizaria qualquer conotação
dramática à despedida.

TV FOCO: O que você acha que falta para a “RedeTV! se tornar uma grande
emissora ou até mesmo ultrapassar a Band em termos de ibope?

Keila Lima: A Redetv! Tem apenas onze anos de idade, ainda é uma criança, e como tal, se bem alimentada, tem tudo para crescer forte e saudável!

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TV FOCO: Você tem visto o “Manha Maior” desde sua saída?, Como acha que a Regina Volpato tem se saído?

Keila Lima: não acompanho o programa, porque estou aproveitando estes dias de folga para descansar e dormir até tarde. Mereço né? Afinal, nos últimos anos acordava todos os dias as quatro da manhã!

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FUTURO

TV FOCO: Quando pretende voltar para a televisão?

Keila Lima: em breve estarei de volta, a todo vapor e com a mesma alegria e dedicação de sempre! Nós criamos vinculo com quem nos assiste. É uma relação de amor mesmo! Quem me acompanha está sempre enviando mensagens, sugestões, criticas construtivas, elogios e nas ruas, as demonstrações de carinho também são constantes!
Fico muito feliz! Pra mim esta proximidade com os telespectadores é o melhor de tudo, sensação de dever cumprido e torna-se impossível ficar muito tempo longe!

TV FOCO: Quais dos apresentadores e apresentadores da atualidade você admira?

Keila Lima: Ah! Tem muita gente boa, de talento na tv! Silvio Santo é, digamos, o pai de todos!! Mas tambem admiro muito o Huck, Gottino, Claudete Troiano, Renata Vasconcelos, Datena, Marilia Gabriela, Celso Freitas, Rodrigo Faro e tantos outros! Chega a ser injusto não citar todos agora! E olha que tem muito mais gente talentosa na telinha!

TV FOCO: O que você espera da sua carreira para os próximos anos?

Keila Lima: Eu espero o melhor! Sempre com alegria e credibilidade, vou continuar entrando na casa de tanta gente querida que acompanha e
admira meu trabalho ao longo desses anos. E sempre estarei dedicada a me aperfeiçoar mais e mais, para que outras pessoas também possam sentir o estúdio da tv como uma extensão da própria sala de casa!

TV FOCO: Neste ponto da entrevista em uma palavra você diz o que significa as
palavras mencionadas abaixo:

Keila Lima: Meu Deus! Definir em uma palavra? Vamos lá:

- Televisão: emoção

- RedeTV!: tv

- Religião: fé

- Daniela Albuquerque: esforçada

- Deus: Tudo

- Futuro: feliz

- Keila Lima por Keila Lima: batalhadora

Recado para os leitores:

Seja muito, muito feliz!!! A alegria do Senhor é a nossa força!!

 

Entrevistador: Aaron Racanicchi
Produção e Edição: Matheus Ramos

REALIZAÇÃO

ENTREVISTA EXCLUSIVA – TV FOCO

TV FOCO Entrevista: “A gente se ama profundamente e nunca tivemos nenhum problema” diz Arnaldo Saccomani sobre relação com os jurados do “QST”

TV FOCO: Você foi responsável por produzir e colocar em evidência grandes artistas, como Tim Maia e Rita Lee, como foi sua relação com eles durante o período em que trabalharam juntos?

Arnaldo Saccomani: Profissional, mas muito bom.

TV FOCO: Como vê o atual cenário musical Brasileiro? Dentre as grandes revelações quem você destacaria?

Arnaldo Saccomani: O  cenário musical  é sempre um reflexo da sociedade.  Não adianta reclamar.  E a grande revelação é a Paula Fernandes.

TV FOCO: Você é conhecido pela sinceridade e pela opinião algumas vezes até mesmo acida, algumas pessoas chegam a te classificar como mal humorado, essas são características da sua personalidade ou fazem parte de um personagem que você tem que assumir quando se torna jurado de um importante programa?

Arnaldo Saccomani:  PERSONAGEM NÃO .  Sou  televisivo, mas sincero, Prefiro falar na hora a real do que ficar dizendo  você é bom, maravilhoso essas coisas e dar vermelho.

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TV FOCO: A primeira versão do programa “Ídolos” no Brasil foi produzida pelo SBT e ganhou certa repercussão, como foi ser jurado de um programa tão reconhecido mundialmente?

Arnaldo Saccomani:  Foi muito bom e motivo de orgulho.

TV FOCO: Como você enxerga a versão do programa “Ídolos” feita pela Record,  ela deixa a desejar em relação à produzida pelo SBT?

Arnaldo Saccomani: Não assisto. Apesar de torcer muito para o sucesso do meu grande amigo   Rick Bonadio.

TV FOCO: No Brasil, durante as edições do programa “Ídolos” tanto no SBT como na Record muitos artistas foram lançados, porém nenhum realmente se tornou um ídolo, a que você adere essa resistência do público?

Arnaldo Saccomani: A característica  da audiência brasileira é gostar da fase  em que os jurados  ironizam os candidatos  quando são bizarros.  Na hora em que a coisa fica séria o povo perder o interesse. Mas também  as gravadoras não fizeram  o menor esforço  para promover esses candidatos   a culpa é delas diretamente.

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TV FOCO: Em relação aos seus colegas de trabalho, Cys, Thomas e Miranda, vocês trabalham juntos há muito anos, como é a sua relação com eles?

Arnaldo Saccomani: A gente se ama  profundamente  e nunca tivemos nenhum problema.  A nossa sintonia é perfeita.

TV FOCO: Você já recebeu convites para ir para outras emissoras?

Arnaldo Saccomani: Sondagens sim convites oficiais não.

TV FOCO: O programa “Qual é o seu Talento” tem apresentado índices de ibope muito positivos para o SBT, qual é a formula do sucesso do programa?

Arnaldo Saccomani: Uma produção eficiente, um apresentador  maravilhoso  e esforço dos candidatos e  jurados.

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TV FOCO: O slogan da emissora na qual você trabalha é “SBT a TV mais Feliz do Brasil” é isso mesmo, como é sua rotina na emissora?

Arnaldo Saccomani: Me sinto muito honrado em trabalhar no S.B.T . La as pessoas são simples e tem uma única preocupação  que é de fazer uma tv  bem feita para os brasileiros. Entretenimento, é o nome do jogo e  me sinto  em casa. Minha rotina  é tranquila e sem pressões no trabalho.

Neste ponto da entrevista em uma palavra você diz o que significa as palavras mencionadas abaixo:

- Televisão: uma paixão

- Música: minha vida

- Samba: a vida da gente

- Amizade: Miranda, Thomaz, Cyz  e André

- Brasil: O melhor lugar do mundo.

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Arnaldo Saccomani por Arnaldo Saccomani:

Arnaldo Saccomani: Sou um cara sincero e nunca as pessoas vão ouvir de mim uma mentira. Me queiram bem que eu sou do bem.

Neste espaço você pode deixar um recado para o seu público.

Arnaldo Saccomani: Obrigado pelo carinho de todos. Não quero  que todos concordem comigo  e aceito  muito bem  as criticas de quem discorda de mim.  Discordar é saudável  e faz parte  da vida.

Entrevistador: Aaron Racanicchi
Produção e edição: Matheus Ramos

REALIZAÇÃO

TV Foco entrevista: “Trabalhar na Record não é pra qualquer um, tem que segurar a pressão” diz Reinaldo Gottino

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REINALDO GOTTINO

TV FOCO: Você teve passagens pela Rádio Globo e pela TV Gazeta, como foi trabalhar nessas duas emissoras?

Reinaldo Gottino: Foi muito bom. A Gazeta é uma ótima casa e os 6 anos na CBN e Globo tambem foram de muito aprendizado.  A CBN acaba de completar 20 anos. Passei 6 lá como âncora. Foi incrível.

TV FOCO: Como é apresentar um programa diário, além de ser dono de uma agência de notícias?

Reinaldo Gottino: O jornal diário é um desafio, algo viciante. É uma batalha diária, tensa e ao mesmo tempo gratificante. Na verdade não tenho uma agência de notícias, tenho uma produtora de vídeo.

TV FOCO:  Você é conhecido por defender as causas de proteção aos animais, dê onde vem essa inspiração é por quê?

Reinaldo Gottino: O que fazem com os animais me irrita profundamente. Vc pode não gostar, é um direito mas é o dever de todos respeitar os animais.

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REDE RECORD

TV FOCO: O horário que o SP Record vai ao ar diariamente é sem sombra de dúvida um dos mais disputados em termos de ibope, como é lidar com essa concorrência pesada?

Reinaldo Gottino: A sua pergunta diz tudo, o horário é concorrido, todo mundo quer apresentar o melhor produto e ter mais pessoas assistindo. Essa luta é diária,  é  dificil mas é gratificante também.

TV FOCO: Você apresentou durante um curto espaço de tempo o programa “Esporte Fantástico” na Record, porque ficou tão pouco tempo a frente do programa?

Reinaldo Gottino: POrque me pediram pra voltar ao SP. Voltei com prazer. Sou funcionário da Record. A Record me deu grandes oportunidades, devo isso a ela.

TV FOCO: São Paulo é uma das maiores metrópoles do mundo, os acontecimentos retratados nos programas jornalísticos sempre envolvem a temática da violência, é possível falar da cidade sem entrar nesse tema?

Reinaldo Gottino: Impossível qualquer jornal hoje não falar de violência.

TV FOCO: José Luiz Datena ficou menos de 2 meses na rede Record onde comandou o “Cidade Alerta”, como enxerga a volta do “SP Record” após a saída dele. Acha que é um desafio falar com o público diante de tantas mudanças repentinas?

Reinaldo Gottino: É um grande desafio. Acho que tudo voltará ao normal em pouco tempo.

TV FOCO: A Rede Record tem se firmado ao longo dos últimos anos como a emissora que será a líder de audiência no futuro. Você acredita no projeto da emissora? Pensa que é possível quebrar o monopólio Global que é tão mencionado pelos bispos?

Reinaldo Gottino: Esses dias mesmo o jornal que eu apresentei pela manhã ficou em primeiro lugar. Algo que nao se podia imaginar há 10 anos. Acredito sim no projeto da Record. Se fosse só pelo que ela já fez, já valeu a pena. Hoje gera mais de 5 mil empregos diretos e indiretos. Tem grandes produtos, grandes nomes. Investiram muito. Do ponto de vista empresarial a Record é um case de sucesso.

TV FOCO: Dentre os programas da TV Brasileira, existe algum que você gostaria de apresentar e por quê?

Reinaldo Gottino: Não sei te responder isso agora. Tenho sido privilegiado e feitos de tudo no jornalismo. Faço reportagem na rua, já apresentei o DE, o Camera Record, o EF, mas gosto mesmo de apresentar o SP Record. Me sinto em casa.

TV FOCO: O que o jornalismo da Record tem feito de diferente em relação às outras emissoras?

Reinaldo Gottino: Muita coisa. Dinamismo, agilidade, coberturas especiais com mais de tres horas de duração. Repare, o público muda pra Record na hora.

TV FOCO: Audiência é o ponto chave para manter um programa no ar atualmente, como você enxerga essa pressão pelos pontos. Você é pressionado para dar ibope?

Reinaldo Gottino: Eu acho que não podemos usar a palavra audiência, mas sim o que o público quer ver. Se o público quer ver o programa continua, se p úblico nao quer o programa não continua. É assim em toda grande emissora. TRabalhar na Record não é pra qualquer um, tem que segurar a pressão. É como jogar no Corinthians, no São Paulo.

TV FOCO: As pessoas tem muita curiosidade de saber o que acontece nos bastidores de um programa, como é sua rotina diária, que horas você chega na emissora, tem reuniões de pauta? Explique um pouco para nós.

Reinaldo Gottino: Chego meio dia e vou embora às 21hs. Vou pra rua faço reportagem, colaboro no que posso, vendo assuntos interessantes, imagens impressionantes, temos um time bem entrosado. É gostoso porque não tem rotina. Cada dia é um assunto diferente.

Reinaldo Gottino por Reinaldo Gottino

Neste ponto da entrevista em uma palavra você diz o que significa as palavras mencionadas abaixo:

Televisão – Entretenimento

Jornalismo – Necessidade

Família – Base

Deus – Tudo

Futuro – Garantido

TV FOCO: Neste espaço você pode deixar um recado para o seu público.

Reinaldo Gottino: Posso ter errado muitos vezes, mas sempre vou tentar acertar.

 

 

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